Cantinho Geek: Curiosidades
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17 outubro, 2018

[Curiosidade] A dualidade em O Médico e o Monstro de Robert Louis Stevenson
outubro 17, 2018 6 Comentários
Olá, pessoal! Como estão?

Hoje estou trazendo um artigo diferente para o blog em que farei uma análise mais profunda deste clássico do terror escrito por Robert Louis Stevenson em 1831.

Eu amo literatura clássica e livros de terror e tive a chance de estudar um pouquinho mais afundo essa obra do período vitoriano.

Primeiramente, vou falar um pouquinho da história, que por incrível que pareça, apesar de ser um clássico bem conhecido, eu não tinha muita ideia do que acontecia no enredo.



Tudo começa quando o Mr. Utterson, o protagonista, sai em um passeio com o Mr. Enfield e este lhe conta um fato curioso que aconteceu em uma noite e ele presenciou. Um homem misterioso, baixinho e assustador, pisoteou uma garotinha de 3 anos na rua e foi cobrado pela família da menina para que pagasse um valor, devido ao que fez. Estranhamente este homenzinho entra pelas portas do fundo da casa do Mr. Jekyll, um renomado médico e amigo do Mr. Utterson e sai com um cheque assinado em nome de Jekyll.  O nome do homem estranho era Mr. Hyde.

Depois disso, todos ficam curiosos e preocupados para saber quem era esse tal de Mr. Hyde e qual a ligação dele com o Mr. Jekyll. Outro incidente estranho acontece com Mr. Hyde, em uma localização tensa da cidade. Depois disso, Mr Jekyll começa a não aparecer mais, a ficar estranho demais e todos temem pela segurança dele.

Quem será é este Mr. Hyde e o que ele está fazendo com Mr. Jekyll?



Bem, para vocês saberem (quem não conhece a história), é preciso ler o livro.

Enfim, depois dessa pincelada no enredo, quero abordar algumas coisas sobre esta obra.

Primeiramente, se analisarmos os nomes, muitas coisas já ficam bem claras acerca da história. A tradução para o nome de Mr. Jekyll, seria "eu mato", pois o termo "Je" do francês significa "eu" e "kyll" do inglês, significa "matar". A tradução para o nome de Mr. Hyde, seria algo como "esconder", também vindo do inglês "to hide". Se notarem também, na grafia dos nomes há uma semelhança: o "y", o que pode deixar claro muita coisa já de início, se o leitor for atento.

Os capítulos da história também são espelhados em sua estrutura em relação aos personagens e todos  eles, não são quem realmente aparentam ser. Todos os personagens que faziam parte da alta classe do período vitoriano tinham um lado obscuro, ou seja, eles fingiam ser boas pessoas, mas por trás eram outras. Isso fica claro quando Mr. Hyde acaba encontrando outro, digamos assim, "homem de bem da sociedade", em uma parte tensa da cidade, conhecida pela vida noturna e boêmia. O que um homem de bem estaria fazendo nesse local de madrugada? Isso evidencia o que o autor quer criticar ou mostrar sobre as aparências daquele período. O único personagem que parece não ter um segundo lado é Mr. Utterson.



Apesar de a história já ter diversas adaptações (até o piu-piu já virou um Mr. Hyde), é interessante a forma como o autor trabalha o duplo na estrutura narrativa. E mais interessante ainda é a crítica que ele faz à sociedade da época por meio de um conto de terror e ficção científica.

Eu, sinceramente, não gostei muito da história quando li pela primeira vez. Acabei não ligando os pontos e não percebendo tudo isso de primeira. Após uma aula de leitura e formação de leitores, o professor fez essa análise e apontou muitas outras coisas da pequena narrativa e que me abriu os olhos quanto a genialidade da história.

É isso, pessoal! Espero que tenham gostado!


10 outubro, 2018

[Curiosidade] Bates Motel e Psicose (Filme e Livro)
outubro 10, 2018 8 Comentários
Olá, Geeks! Como vão?

Hoje vou falar um pouquinho da relação entre o livro Psicose (Robert Block), o filme (Alfred Hitchcook) e a recente série Bates Motel (Carlton Cuse, Kerry Ehrin, Anthony Cipriano).

Bom, eu comecei a assistir a série Bates Motel e devorei ela em poucas semanas. A série tem 5 temporadas com 10 episódios cada uma, com a maravilhosa da Vera Farmiga interpretando a Norma Bates. Como eu me apaixonei pela série, pelos personagens e pelo enredo todo, eu resolvi assistir novamente o filme de Psicose dirigido por Alfred Hitchcook e ler o livro de Robert Block que eu tenho em casa e nunca havia lido.


Primeiramente, vou falar um pouquinho do livro e do filme e suas relações. Para a escrita do livro, o autor se inspirou no serial killer Ed Gein, que também foi criado por uma mãe autoritária e extremamente religiosa, que não deixava que Ed olhasse para outras meninas, pois na visão de sua mãe, nenhuma delas prestava. Ed Gein foi inspiração para muitos personagens, pois o que ele fez foi totalmente insano!

Existem apenas alguns pontos entre o livro e o filme que diferem: A aparência de Norman Bates (no livro ele era loiro e gordo) e alguns fatos cronológicos. Mas, se observarem atentamente, até algumas falas do livro são utilizadas fielmente no filme.

(Alerta de Spoiler)
Pela minha percepção, quando o livro e o filme apareceram na mídia, por volta de 1950, o assunto sobre doenças psicológicas talvez não fosse muito comentado. O que torna isso um tanto evidente é a cena final em que se explica toda a condição de Norman quase que didaticamente para que as pessoas possam compreender. No livro, também há uma explicação dessas em que até é citado o termo "travesti", deixando claro que Norman tinha uma doença. Essa parte é até interessante, Sam Lommis fala para a irmã de Mary Crane: "Você sabe o que é um travesti, não sabe?", com o intuito de deixar claro que a história de Norman nada tinha a ver com sua conduta sexual, mas sim com um problema psiquiátrico.


O Norman das três versões são muito parecidos. Todos demonstram ser muito gentis, bem vestidos e um tanto nerds, digamos assim. O que acho totalmente genial é a interpretação dos atores, inclusive de Freddie Highmore (Bates Motel). Você vai ter pena dele, mas vai morrer de ódio muitas vezes, inclusive da relação dele com a mãe Norma, que na série fica bem mais explícita, pois se passa antes de chegarmos ao que aconteceu no filme. Como não conhecemos de fato a Norma do filme e do livro, apenas pela visão de Norman, fica um tanto difícil saber se ela era realmente autoritária ou se era uma mãe ruim, mas a impressão que se tem é que ela não é de fato um personagem. Norman é ela o tempo todo. Na série, podemos conhecer Norma e saber todo seu passado e tirar nossas conclusões sobre a influência dela na mentalidade do filho.

Na série, além da doença de Norman, existem bastantes coisas que acontecem sem ter relação com o filme ou o livro, isto é, não existe nenhuma ponta nas duas versões que deixem espaço para alguns acontecimentos da série, como o fato do tráfico de pessoas e de drogas. Norman também tem um irmão, Dylan, e acreditem esse foi o personagem mais sensato de toda a trama e que foi o meu favorito. Além disso, apenas no livro, diz que Norman lê coisas ocultistas e satanistas, o que não é demonstrado nem na série, nem no filme.

Há também algumas mudanças de personagens na série: Mary Crane (que foi interpretada por Rihanna) e Sam Lommis. Este episódio, em especial, é o que tem relação com o filme e foi maravilhoso! Algumas falas são exatamente as mesmas e até as cenas, mas como eu disse, não é totalmente fiel ao livro e ao filme.


Alguns outros fatos da história também são levemente modificados, mas nada que deixe a série difícil de relacionar com Psicose.

Em Bates Motel, pode-se  relacionar hoje com diversas doenças que não foram especificadas nas outras duas obras: o transtorno de personalidade dissociativo, complexo de édipo e na minha opinião até um pouco de esquizofrenia.

Eu recomendo muito as três versões e aconselho que se você não fica muito bem ao ver coisas que saiam do comum, assista a série aos poucos. O filme e o livro são mais tranquilos. O livro (edição da Darkside) eu li em dois dias, pois ele é bem curtinho e o filme tem duração de aproximadamente 1h e 40 minutos.



25 julho, 2018

[Curiosidades] Livros e filmes sobre escritores para comemorar o dia do escritor!
julho 25, 2018 16 Comentários
Há quem diga que o assunto favorito dos escritores são eles mesmos. Por isso, neste dia do escritor, o Cantinho Geek selecionou algumas obras para te ajudar a entrar no mundo dos responsáveis pelas histórias que tanto amamos.
Preparados para comemorar o dia do escritor com a gente? Tentamos sair um pouco do lugar-comum, evitando as obras que são mais comumente citadas nessas listas. Confira, então, nossa seleção de livros, filmes e até trilha-sonora sobre escritores e o processo criativo.


Livros




1. Possessão (A. S. Byatt)


Possessão é um livro da autora inglesa A. S. Byatt. Ele foi lançado no Brasil em 1992 pela Companhia das Letras e, em 2002, transformado em filme por Neil LaBute.
A história se passa em dois tempos diferentes: na Inglaterra Vitoriana e também na moderna. A maneira como a trama é construída, misturando pistas em arte para investigação, provavelmente inspirou a febre do início dos anos 2000, que teve seu boom com Código Da Vinci (Dan Brown).
Maude Bailey (Gwyneth Paltrow) e Roland Michell (Aaron Eckhart) são estudiosos de literatura que pesquisam respectivamente os poetas vitorianos Christabel LaMotte (Jennifer Ehle), uma escritora feminista, entusiasta de fadas e melusinas, e Randolph Henry Ash (Jeremy Northam), um poeta mais romântico. Através de pistas em seus textos e do rascunho de uma correspondência encontrada por acaso em um dos antigos livros de Ash, os estudiosos descobrem um vínculo até então desconhecido entre os escritores.
A escrita de A. S. Byatt é muito gostosa e versátil. A maneira como escolheu contar a história é interessantíssima: além da narrativa em terceira pessoa, o livro ainda inclui obras dos dois escritores e as correspondências trocadas por eles, além de trechos do diário da esposa de Ash.
Vale lembrar que os escritores são fictícios, mas A. S. Byatt. é talentosa o bastante para dar vozes diferentes para cada um deles, o que os torna muito palpáveis durante a leitura.
A versão cinematográfica também conta com a participação de Lena Headey (a Cersei de Game of Thrones) interpretando a pintora Blanche Glover, companheira de Christabel LaMotte.



2. A Redoma de Vidro (Sylvia Plath)



Esta obra de Sylvia Plath foi duas vezes adaptada para o cinema (1978 e 2018) e, apesar de ser considerada uma ficção, é quase uma autobiografia da escritora norte-americana.
Seguimo Esther Greenwood desde seu estágio em uma famosa revista de moda, até os problemas com os quais ela tem que lidar. Sylvia é mais conhecida por sua poesia, sendo este livro sua única incursão conhecida na narrativa.
Além da escrita, a obra aborda temas como relacionamentos, depressão, ansiedade e a situação nada favorável dos hospitais psiquiátricos dos anos 60.
É uma leitura simples e muito indicada, que conta com várias versões em português. A mais recente é a da Biblioteca Azul.



3. Os Belos e Malditos (F. Scott Fitzgerald)



F. Scott Fitzgerald é um autor americano, mais conhecido por obras com adaptação para o cinema como O Grande Gatsby e O Curioso Caso de Benjamin Button.
O autor é tem a fama de inserir fatos da própria vida ao lado da esposa, Zelda Fitzgerald, em muitas de suas histórias. O que possivelmente acontece também em Os Belos e Malditos, já publicado no Brasil pela L&PM Pocket e pela Bestbolso.
No romance, o jovem Anthony se apaixona por Gloria, a mulher dos seus sonhos. Anthony é o herdeiro presuntivo de um avô milionário, formado em Harvard e boêmio, mas sonha em ser escritor. Gloria, uma mulher maravilhosa e cortejada por diversos rapazes, é muito mimada e caprichosa, e entre seus caprichos, diz que gostaria de atriz de cinema mudo. Juntos, ambos tentam correr atrás de seus sonhos na Nova York dos anos 20 e se deparam com algumas das dificuldades da vida adulta.
Fitzgerald tem uma escrita quase poética, mesmo que seus romances tenham a tendência de ser um tanto ácidos ao se referir ao círculo que ele mesmo frequentava.


4. As Elizas (Sara Shepard)



Este lançamento da Harper Collins Brasil vai contar com uma resenha mais ampla aqui no blog em breve, mas não poderia ficar de fora da nossa lista!
As Elizas é um suspense de Sara Shepard (Pretty Little Liars) que prende nossa atenção e enche de curiosidade a respeito do que realmente está acontecendo com a protagonista.
A estrutura me remeteu vagamente a Possessão  (citado acima), com trechos do livro da protagonista alternados com acontecimentos misteriosos da vida da autora.
A leitura prende e é impossível não se afeiçoar por alguns dos personagens, mesmo que você não tenha certeza em quem pode confiar ali.


5. O dia em que a Inspiração apareceu (Rob Gordon)



Este é, na verdade, um conto do paulista Rob Gordon, um dos fundadores do já famoso Podcast Gente que Escreve.
O título já diz bastante sobre o tema. Além de abordar a inspiração, o texto conta com ótimas reflexões sobre a relação de um autor com seu público e vice-versa. A leitura vale a pena muito a pena e o texto está disponível apenas na Amazon. Para quem tem Kindle Unlimited, a leitura é gratuita!


Como bônus, ainda podemos citar:
  • O Iluminado (Stephen King)
  • Máquina de Pinball (Clara Averbuck)
  • Misery (Stephen King)
  • Jane Austen, A Vampira (Michael Thomas Ford)
  • As Horas (Michael Cunningham)



Filmes




1. Mary Shelley (Haifaa Al-Mansour, 2017)


Com Elle Fanning no papel-título, Mary Shelley aborda parte da vida pouco convencional da autora de Frankenstein. Apesar de viver na Inglaterra Vitoriana, Mary era filha de uma autora feminista e foi fruto de  um relacionamento poliamoroso, o que na sociedade na qual vivia, a estigmatizou por toda a vida.
O filme ainda dá algumas pistas de como ela pode ter encontrado inspiração para sua obra mais célebre. O roteiro também passa pela lendária viagem onde Mary, o companheiro e também escritor Percy Shelley (Douglas Booth), Lord Byron (Tom Sturridge) e Polidori (Ben Hardy) começaram a desenvolver algumas de suas obras como parte de um desafio.
Nesta noite, duas obras de terror lendárias nasceram: O Vampiro (iniciado por Byron e finalizado por Polidori) e Frankenstein.



2. Lua de Fel (Roman Polanski, 1992)


Um clássico do diretor francês, Lua de Fel é um filme que pode ser de difícil digestão para alguns espectadores. Na trama, dois casais se conhecem em um cruzeiro. No decorrer da viagem Oscar (Peter Coyote), um homem maduro, milionário e aspirante a escritor, conta a Nigel (Hugh Grant), rapaz mais novo e gentil, como conheceu sua jovem esposa, Mimi.
O romance de Oscar e Mimi é narrado pelo escritor para o seu público de um homem só, como se, assim, pudesse enfim desenvolver sua obra prima jamais escrita.
Lua de Fel é uma mistura de drama e suspense, com pitadas de romance. É aconselhável para maiores de 18 anos e que não sejam muito sensíveis.



3. Contos Proibidos do Marquês de Sade (Philip Kaufman, 2000)


Figura polêmica, o Marquês de Sade (Geoffrey Rush) passou os últimos anos da sua vida preso em uma cela de manicômio. Ainda assim, seu impulso pela escrita o consumia. Mesmo quando lhe tiram todas as penas e papéis, ele busca formas de desenvolver e publicar seus textos.
O filme pode não ser indicado aos mais sensíveis, já que o Marquês é conhecido por temas como sexo e sadomasoquismo. O elenco ainda conta grandes nomes como Kate Winslet (Titanic), Joaquin Phoenix (Her), Michael Caine (O Grande Truque) e Stephen Moyer (True Blood).



4. Professor Marston e as Mulheres Maravilha (Angela Robinson, 2017)



A origem da Mulher Maravilha é mais curiosa do que pode parecer. Originalmente formado em psicologia e professor da Harvard William Moulton Marston acaba afastado de seu emprego na faculdade.
Enquanto tenta ainda desenvolver uma de suas teses, William se inspira no bondage e nas mulheres com que mantém uma relação poliamorosa (interpretadas por Rebecca Hall  e Bella Heathcote) para criar a maior heroína feminina de todos os tempos.



5. Violette (Martin Provost, 2013)



A cinebiografia da autora francesa Violette Leduc (Emmanuelle Devos) retrata a vida difícil da autora depois da guerra, lidando com problemas psicológicos em uma sociedade pós-guerra.
O filme é um drama, que ainda aborda o relacionamento excêntrico de Violette com sua editora, Simone de Beauvoir (Sandrine Kiberlain) e a necessidade de buscar aceitação como pudesse.


  • Outros filmes que podemos citar são:
  • Em Busca da Terra do Nunca (Marc Forster, 2004)
  • Amor e Inocência (Julian Jarrold, 2007)
  • O Iluminado [lembrando que o King odeia a versão do Kubric, então indicamos a que ele mesmo produziu] (Mick Garris, 1997)
  • Uivo (Rob Epstein & Jeffrey Friedman, 2010)
  • Geração Prozac (Erik Skjoldbjærg, 2001)
  • Mistérios e Paixões (David Cronenberg, 1991)
  • Crepúsculo dos Deuses (Billy Wilder, 1950)
  • Sem Limites (Neil Burger, 2011)



Extra - Trilhas sonoras

1. Hamilton

Um musical sobre a independência dos Estados Unidos pode não ser exatamente o que você tinha em mente para essa lista, mas Hamilton tem músicas maravilhosas sobre a escrita.
Alexander Hamilton era, acima de tudo, um escritor e isso é abordado em diversas passagens do musical que virou febre no mundo inteiro desde seu lançamento em 2015.
Trechos como o de Non-Stop que diz Por que você escreve como se seu tempo estivesse acabando? Por que escreve por cada segundo da sua vida? ou de Burn Você me construiu palácios através de parágrafos, me construiu catedrais” comprovam a teoria.


2. Sunday in the Park with George



Sunday in the Park with George pode até ser sobre um pintor, mas dialoga muito com o processo artístico, principalmente a inspiração, perfeccionismo e a necessidade de parecer único em alguma coisa.
Você pode acompanhar esse vídeo da PBS no youtube que legendei para vocês (é só ativar a legenda no YT mesmo!) que fala justamente sobre inspiração e ser único em algo.
Em 2017 Jake Gyllenhaal interpretou George na Broadway e chegou a gravar um álbum do musical, que foi o que linkei no nome ali em cima!


3. Finding Neverland


A adaptação teatral do filme sobre como J. M. Barrie criou Peter Pan foi sensação nos palcos da Broadway e do West End. Algumas das músicas falam sobre o processo de escrita e até mesmo sobre bloqueio criativo.
A montagem original conta com Matthew Morrison (Glee) no papel do autor J. M. Barrie.
O roteiro é basicamente o mesmo do filme, abordando o relacionamento do autor com Sylvia Llewelyn Davies e seus filhos, porém, musicado. Pode ser uma ótima fonte de inspiração e, assim como os anteriores, está disponível no Spotify.

Espero que tenham gostado das nossas dicas para comemorar o dia do escritor. Parabéns a todos vocês que fazem os leitores viajarem através das palavras!
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