julho 19, 2018
Por Rodrigo Fonseca
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Fala
galera! O review de hoje é sobre o filme A Última Casa da Rua. O filme foi
produzido em 2010, só que foi lançado apenas em 2012, após o sucesso da
franquia Jogos Vorazes, pegando carona no sucesso que Jennifer Lawrence, protagonista
de ambos os filmes. Esse é um daqueles filmes que nos engana MUITO pelo trailer!
Na
história, Sarah (Elisabeth
Shue) e sua filha Elissa (Jennifer Lawrence) se mudam para um
casarão em outra cidade para começar uma nova vida. O que a mãe não tinha
revelado para filha era que o aluguel da casa estava baratíssimo porque a casa
ao lado (a última da rua) foi palco de um assassinato. A jovem Carrie Anne (Eva
Link) matou os pais no local e depois desapareceu, deixando apenas seu irmão
Ryan (Max Thieriot) que ainda mora na mansão sombria.
Claro
que entre todos os jovens da cidade, Elisa vai se interessar por quem? Bingo!
Por Ryan. O
jovem além de ser introspectivo, é odiado pelos moradores da região e ainda
esconde um segredo no porão. Já perceberam que o filme usa e abusa de todos aqueles clichês que
conhecemos né? A primeira metade do filme não é lá muito agitada, dando um ou
outro susto em determinados momentos e utilizando a trilha sonora para
contribuir com isso.
Quando
nos aproximamos da reta final, aí sim surgem uma série de reviravoltas e
surpresas que deixam o longa mais interessante. O plot twist é maravilhoso e
nos deixa com a boca aberta! Fiquei chocado! Pena que o filme demore tanto para
engrenar e só nos momentos finais entregue momentos de tensão e adrenalina.
Em
uma determinada cena, Ryan e Elissa estão olhando uma árvore qualquer e ele diz
para ela observar melhor, a garota então enxerga o que se parece com um rosto
esculpido naturalmente no tronco da árvore. E é essa a metáfora que o filme
quer nos passar: Esteja atento ao que você vê e perceberá algo além de sua
aparência inicial. Apesar disso, o filme deixa a desejar no quesito terror. Não
espere ficar sem dormir ou grandes sustos. Mas o final é surpreendente. Já assistiu o filme? Conta para a
gente o que achou!
Por: Rodrigo Fonseca



