Cantinho Geek: Review
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23 janeiro, 2019

[Filme] Bumblebee é o melhor filme da franquia Transformers?
janeiro 23, 20190 Comentários
Fala galera! Hoje o review é sobre o filme Bumblebee. Transformers foi um série de filme que só assisti os dois primeiros e que depois perdi o interesse. Com a saída de Megan Fox, os outros filmes pareciam ter apenas pancadaria e efeitos especiais sem uma história muito cativante e envolvente. Por esse fato, mesmo amando o trailer de Bumblebee e achando bem diferente dos outros filmes (e isso é MUITO BOM), fiquei com um pé atrás. Mas o resultado foi o melhor filme da franquia!


O filme é um prequel, conta a história antes dos filmes de Transformers e mostra como o soldado B-127 se tornou o famoso Bumblebee. A história se passa nos anos 80, com uma trilha sonora maravilhosa e várias referências bacanas a outros filmes. O longa começa com Bumblebee e seus companheiros lutando contra os Decepticons. Optimus Prime o envia para a Terra para protege-la dos vilões. Bee chega nos EUA em 1987, consegue fugir de um grupo de soldados liderados por Jack Burns (John Cena) e se esconde em um ferro velho onde mais tarde será encontrado por Charlie (Hailee Steinfeld).


Nosso robô preferido a essa altura estará mudo e desmemoriado. Ela é uma adolescente que está com dificuldades para socializar e com problemas familiares devido a morte trágica do pai. Uma coisa que Charlie herdou do pai é paixão por carros, por isso ela decide consertar o fusca (Bee disfarçado). Eles desenvolverão uma linda amizade, mas tudo será ameaçado pelos Decepticons e pelo governo americano.


Bumblebee é um filme leve, estilo Sessão da Tarde. Tem todos aqueles elementos que amamos na medida certa: ação, aventura, romance, comédia. Bee é muito desastrado e inocente e arranca muitas risadas de nós o filme todo. As cenas de lutas são melhores visualmente do que as dos outros filmes da franquia. É um filme emocionante e para toda a família. Vale muito a pena! Super recomendo!


E vocês, já viram? Gostaram? Conta pra gente aí nos comentários!


Por: Rodrigo Fonseca
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16 janeiro, 2019

[Filme] Parque do Inferno
janeiro 16, 2019 4 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje trago a review do filme Parque do Inferno. Estava muito empolgado para assistir esse longa. Além do fato de gostar muito de slasher movies, o trailer prometia muito e ainda tinha a presença de uma atriz que eu gosto muito, Bex Taylor-Klaus (Scream). Pois bem, finalmente consegui assistir e o que achei vocês vão conferir agora! Na história, Natalie (Amy Forsyth), uma universitária, veio visitar sua melhor amiga de infância, Brooke (Reign Edwards) e sua colega de quarto, Taylor (Bex Taylor-Klaus). Como é Halloween, elas e seus namorados e no caso de Natalie, seu crush, resolvem ir para o Hell Fest - um parque temático de terror que viaja pelo país e chegou na cidade (tipo um Noites do Terror do Playcenter ou Hora do Horror do Hopi Hari). Só que nesse lugar, um serial killer vê a oportunidade de matar sem chamar muita atenção.


Do começo do filme até o meio, tudo é até bem convincente, com aquele clima de tensão e situações plausíveis. Do meio em diante, alguns clichês e situações forçadas acontecem e no final tudo parece muito jogado e corrido, com algumas escolhas bem absurdas. Se bem que não podemos negar que os personagens representam todos os clichês do gênero: a mocinha boazinha, o rapaz gentil que gosta dela, o casal infantilóide e excessivamente cool, a melhor amiga...


Tem algumas situações inverossímeis? Muitas: a melhor amiga deixar a protagonista sozinha, mesmo sabendo que ela está sendo perseguida; personagens que somem e seus amigos não ligam muito para isso; um banheiro feminino de um parque lotado de gente totalmente vazio; o celular que só vai ter sinal quando o vilão não estiver por perto. Mas a pior cena é quando todos no parque estão fugindo do killer, (porque ele resolveu matar em público numa das piores mortes do filme, onde uma delas foi completamente ignorada pelos personagens) e as mocinhas em vez de correr para fora, resolvem entrar numa “casa do horror” do para fugir dele!


Apesar disso, o filme tem algumas mortes criativas e violentas. É legal também o quanto ele brinca com o real e o falso no parque (“Olhe para as mãos se quiser diferenciar as pessoas dos bonecos”) e com a questão das máscaras. Máscaras duplicadas, máscaras alteradas, máscara sobre máscara e uma ótima cena onde os personagens também tem às suas próprias máscaras. É um filme mediano. Esperava muito mais e eles poderiam ter utilizado melhor todas as possibilidades que o Hell Fest oferecia.


E você, assistiu? O que achou? Conta pra gente nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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13 novembro, 2018

[Filme] Halloween (2018)
novembro 13, 2018 4 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje é para falar do mais novo filme do serial killer Michael Meyers. O filme é uma continuação direta do primeiro de 1978 e ignora todos os outros da franquia. Parece confuso? Não sabe se conseguirá entender sem ter visto os outros? Vou te explicar! Halloween – A Noite do Terror (1978) foi o primeiro e mostrava Michael fugindo do sanatório que foi internado após matar sua irmã mais velha. Ele retorna para sua antiga cidade e começa a perseguir Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Seu médico, o Doutor Loomis (Donald Pleasence) resolve vir atrás dele antes que seja tarde demais. Halloween 2 – O Pesadelo Continua (1981) continua exatamente de onde o primeiro parou. Após ser baleado, Michael Myers consegue fugir, mas ao descobrir que Laurie foi levada para o hospital, ele vai atrás da garota. Em novamente lá vai o Dr. Loomis tentar impedi-lo. Aqui nessa longa que surge a história que Michael e Laurie são irmãos. Com a "morte" de nosso killer, Halloween 3 – O Dia das Bruxas (1982) só utiliza o nome mesmo da franquia e é uma história totalmente diferente.


Em Halloween 4 – O Retorno de Michael Myers (1988), nosso killer sai do coma e como Laurie já "morreu", começa a perseguir a filha dela. Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers (1989) mostra Michael perseguindo ainda sua "sobrinha" Jamie que agora está muda depois dos eventos traumáticos do filme anterior. Halloween 6 – A Última Vingança (1995), Jamie cresceu e retorna para a cidade com seu filho. Michael vai atrás, mata-a e agora parte em busca do seu filho. O filme é estrelado por Paul Rudd (O Homem Formiga) que interpreta Tommy Doyle, a criança que estava sob os cuidados de Laurie no primeiro filme e que se tornou obcecado por Michael. Halloween H20 (1998) ignora os outros filmes da franquia também e é uma continuação do segundo filme. Aqui 20 anos depois, Michael volta a perseguir sua "irmã" Laurie, que simulou sua morte, hoje já tem filho e é diretora de uma escola. Nesse, Laurie corta a cabeça de Michael para se certificar que ele não voltará. Mas em Halloween Ressurreição (2002) tudo não passou de uma pegadinha do Mallandro, já que Laurie cortou a cabeça de outra pessoa e Michael está vivo! Ela agora está internada numa clínica e alguns jovens resolvem fazer uma espécie de reality show na casa onde Michael morou. Lógico que ele aparece e começa a matar todo mundo. Nesse, Laurie morre num embate e a protagonista é Bianca Kajlich, que interpreta Sara.

Halloween: O Início (2007) e H2: Halloween 2 (2009) são refilmagens do primeiro e segundo filmes, com muitas mudanças e uma Laurie nem um pouco carismática. E finalmente chegamos a Halloween (2018) que é uma sequência do primeiro filme. Aqui Laurie vive enclausurada e traumatizada por causa dos eventos daquela noite. Ela tenta se reaproximar de sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak), mas os fantasmas do passado a impedem de seguir em frente. Uma equipe britânica de documentaristas vem visitar Michael na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos de 40 anos atrás. Michael consegue fugir e no dia 31 de outubro começa a matar todos a sua volta.


O novo Dr. Loomis aqui é o Dr. Sartain (Haluk Bilginer). Laurie ansiava por esse acerto de contas com o bicho papão e ele finalmente acontece. O que posso dizer desse novo filme? É MARAVILHOSO! A trilha sonora perfeita, as reviravoltas e Michael que é o próprio mal fazem dele um dos melhores da franquia. A tensão toma conta de você o tempo inteiro, você fica agoniado e com o coração na mão o tempo todo. Michael é uma máquina de matar e sai golpeando quem quer que seja. As mortes são chocantes e violentas e o final é sensacional. Super recomendo!


Happy Halloweeen Michael! E você, já assistiu? O que achou? Conta para a gente nos comentários!


Confira o trailer!



Por: Rodrigo Fonseca
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30 outubro, 2018

[Filme] A Freira
outubro 30, 2018 8 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje irei falar sobre o filme A Freira! O longa se tornou a maior bilheteria da franquia Invocação do Mal e ainda uma das maiores do ano. Confesso que nunca assisti todos filmes da série por motivos de tenho um certo medo de filmes de espíritos e demônios, mas estou vencendo aos poucos. Se você assim como eu não viu os outros, pode assistir esse filme e ainda assim entender a história. Assisti Annabelle 2 e quase morri do coração com a aquela bonequinha do capeta!


Apesar da expectativa alta em relação a esse filme, cada vez que via aquela pegadinha do Silvio Santos, não conseguia levar aquela Freira muito a sério (inclusive um amigo meu participou dela). Confira aí: 


A história volta no tempo, lá para a década de 50, e mostra um entregador chamado Frenchie (Jonas Bloquet) encontrando o corpo de uma freira enforcado em um velho convento. Após ser informada do acontecido, a Igreja envia o padre Burke (Demián Bichir) e a noviça Irene (Taissa Farmiga) para averiguar o que houve e se o lugar ainda é sagrado.


Os cenários são ótimos. O castelo na Romênia traz aquela sensação de terror clássico e a iluminação sombria também ajuda a manter esse clima. Com relação aos sustos, temos muitos! A capirota dessa freira conseguiu arrancar uns gritos meus (me julguem). Mas esperava mais, achei que ficaria sem dormir e tal. E não foi o que aconteceu. Os fãs de filmes assim também comentaram que ficaram um pouco decepcionados quanto a isso. Mas temos todos aqueles clichês que funcionam bem: cruzes invertidas e em chamas, pentagramas e possessões. A cena de Frenchie sendo atacado seguida pelo padre Burke enterrado e batendo na tampa do caixão pedindo ajuda e Irene tentando resgatá-lo e dar agonia e pulos!


Os personagens são muito carismáticos: shippei a noviça Irene com o Frenchie. Ele inclusive é o alívio cômico do filme e (tirando sua coragem em alguns momentos) seria eu todinho nessas horas, muito eu na vida! Apesar de ter prometido ser “o capítulo mais sombrio da franquia Invocação do Mal” eu não achei tudo isso, mas ainda assim é bom filme e vale a pena o ingresso. Tem todos aqueles elementos que gostamos e várias reviravoltas. E você, já assistiu A Freira? Conta pra gente o que achou nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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09 outubro, 2018

[Filme] Venom é mesmo ruim?
outubro 09, 2018 10 Comentários
Fala galera! Hoje o review é fresquinho, vamos falar do recém-lançado Venom. O filme é diferente do que esperávamos e mostra uma versão do Venom que não confere com aquela que conhecemos em Homem Aranha 3. Mas isso não é ruim! Para vocês terem um ideia, assisti o filme semana passada, mas no final acabou a energia no cinema (algo que nunca tinha acontecido comigo antes) e voltei para ver a conclusão da história (com cortesia do cinema, claro). Depois de conferir o final, vieram as cenas pós-crédito (são duas – utilidade pública). Antes da segunda cena a energia acabou de novo, mas fiquei lá até resolverem só para ver a tal cena (sou desses). Enfim, o saldo do filme é positivo!


Venom é um dos personagens mais complexos da Marvel e a ideia de desenvolver um filme solo dele estava sendo desenvolvida desde 1997. David S. Goyer (Homem de Aço) escreveu um roteiro sobre o personagem que seria estrelado por Dolph Lundgren (Rocky IV), só que o filme nunca saiu do papel. Venom só apareceu então no já mencionado Homem Aranha 3, filme que foi altamente criticado. E a crítica tem detonando o novo filme, tanto que é no site "Rotten Tomatoes", maior fonte de críticas internacionais, o longa tem apenas 33% de aprovação. É considerado apenas melhor que Esquadrão Suicida (28%) e o novo Quarteto Fantástico (9%).


No filme vamos conhecer um pouco da origem do simbionte e sua relação com Eddie Brock (Tom Hardy), seu hospedeiro. Eddie é um jornalista investigativo meio encrenqueiro, mas que no filme é bem bundão. Após tentar desmascarar o fundador da Life Foundation, Carlton Drake (Riz Ahmed), Eddie acaba arruinando sua carreira e o relacionamento com sua namorada, Anne Weying (Michelle Williams). Após seis meses, o repórter vê uma oportunidade de voltar à “Fundação Vida” para investigar, mas acaba se tornando uma vítima dos experimentos quando o simbionte Venom invade seu corpo.


A partir daí o filme ganha ares de comédia ao mostrar a relação de Eddie com seu parasita. É tipo aqueles filmes de heróis dos anos 2000 que passava na sessão da tarde: tem ação, humor, romance... Como diria o locutor: Essa turminha do barulho vai enfrentar grandes aventuras para conseguir impedir esse vilão de realizar seus planos de destruir a terra!


Não espere aquele Venom dark do famigerado Homem Aranha 3. Venom acaba sendo uma criatura que desperta nossa torcida seja pelo humor ácido ou pelas suas ações em favor dos humanos. Aprendemos a amar o vilão com esse filme. Que aqui não é o vilão. Tem outros simbiontes no longa e o chefão deles que é o verdadeiro inimigo. No geral, Venom não é ruim como a crítica disse. É um filme bom, vá assistir com os amigos! Vai dar risada, vai torcer por ele e vibrar nas sequências de ação! E você, já assistiu? Conta pra gente nos comentários o que achou!


Por: Rodrigo Fonseca
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18 agosto, 2018

[Filme] Megatubarão
agosto 18, 2018 8 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje irei falar sobre o filme Megatubarão (The Meg) que está nos cinemas. O que esperar de um filme com um tubarão gigante sendo enfrentando pelo ícone dos filmes de ação, Jason Statham? Tiro, porrada e bomba! É um filme B, mas com muita ação, suspense (sustos) e excelentes efeitos especiais! E pasmem, o filme é inspirado em um LIVRO de Steve Alten.


No longa, Statham é Jonas (captaram a referência?), um mergulhador especialista em resgates que está “aposentado” após um incidente no passado onde não conseguiu salvar alguns integrantes de uma tripulação e ainda foi acusado de ser louco por afirmar que havia uma criatura gigante naquelas águas profundas.


Anos depois, uma nova estação submarina de pesquisas científicas é atacada por essa mesma criatura e ele é convocado para salvar essas pessoas, sendo que uma delas é sua ex-mulher. E lá eles encontram o tubarão pré-histórico com mais de 25 metros de comprimento, o Megalodon!


E então eles precisam tentar uma forma de enfrentar a criatura e impedi-la de fazer um estrago muito maior. O filme tem muitas cenas de humor e apesar de ser longo, consegue nos prender e tem algumas reviravoltas e cenas muito legais. Sabe aqueles filmes para ver com a galera e se divertir? Esse é um deles.


Temos todos aqueles clichês do gênero que funciona: o ricaço ambicioso e que está financiando a expedição, a mocinha corajosa (Li Bingbing), o alívio cômico (Page Kennedy), o melhor amigo (Cliff Curtis), a inteligente que manja de informática (Ruby Rose) e a criança fofinha e que é mais legal e madura que muitos adultos (Sophia Cai).


Apesar de todos aquelas coisas que já vimos em filme do gênero e de muitas coisas serem até previsíveis, o filme vale a pena pelas referências, pela ação, efeitos especiais e diversão que proporciona.


E você já assistiu? Conta para a gente o que achou nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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26 julho, 2018

[Série] O Bosque
julho 26, 2018 17 Comentários
Fala galera! Hoje vou falar sobre uma série curtinha (apenas 6 episódios) que está disponível no catálogo da Netflix: O Bosque (La Florêt). A produção francesa ganhou um prêmio no Festival de TV de La Rochelle 2017 e foi escrita por Delinda Jacobs e dirigida por Julius Berg.


A história se passa numa pequena e isolada cidade localizada no sul da França, com uma floresta densa e cheia de histórias sinistras. Tudo começa quando Jennifer (Isis Guillaume), uma jovem de 16 anos, desaparece no meio da noite depois de entrar na floresta. O capitão Gaspard Deker (Samuel Labarthe) recém-chegado na cidade começa a liderar a investigação com ajuda da policial Virginie Musso (Suzanne Clément). Por ser uma cidade pequena, todos se conhecem. A professora Eve Mendel (Alexia Barlier) que tem um passado misterioso resolve ajudá-los nas buscas porque percebe o comportamento estranho que seus alunos tem demonstrado nos últimos tempos.


A partir daí descobrimos várias mentiras, trapaças e crimes do passado vem à tona. O que no começo parece uma rebeldia adolescente se mostra algo bem mais grave com o decorrer dos episódios. Tirando o primeiro episódio que demora muito apresentando os personagens, os outros são mais ágeis. Não temos aquela sensação de alguns episódios enrolam. O mistério fica em torno de saber quem é o responsável pelos crimes.


O problema de "O Bosque" são os personagens. Eles não são muito carismáticos e não conseguimos nos envolver tanto na história e nem torcer muito por eles. E também a identidade do killer apesar de ser surpreendente não causa tanto impacto porque o personagem mal aparecia. Outra coisa que incomoda são as conveniências do roteiro, como sempre ter alguém na hora certa e no lugar certo para impedir determinado fato ou algumas descobertas que são feitas quase de forma mediúnica. Coisas que ninguém seria capaz de descobrir são expostas, praticamente tirando uma agulha do palheiro.


Esteticamente a série é bonita, aborda questões interessantes e temas como prostituição de menores. No geral, a série é boa. É um suspense policial bacana até. Só peca pelo desenvolvimento. Um ponto positivo é que tudo é explicado e resolvido sem deixar pontas soltas ou dúvidas. E você, já assistiu? Conta aí para a gente nos comentários o que achou!


Por: Rodrigo Fonseca
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19 julho, 2018

[Filme] A Última Casa da Rua
julho 19, 2018 14 Comentários
Fala galera! O review de hoje é sobre o filme A Última Casa da Rua. O filme foi produzido em 2010, só que foi lançado apenas em 2012, após o sucesso da franquia Jogos Vorazes, pegando carona no sucesso que Jennifer Lawrence, protagonista de ambos os filmes. Esse é um daqueles filmes que nos engana MUITO pelo trailer!


Na história, Sarah (Elisabeth Shue) e sua filha Elissa (Jennifer Lawrence) se mudam para um casarão em outra cidade para começar uma nova vida. O que a mãe não tinha revelado para filha era que o aluguel da casa estava baratíssimo porque a casa ao lado (a última da rua) foi palco de um assassinato. A jovem Carrie Anne (Eva Link) matou os pais no local e depois desapareceu, deixando apenas seu irmão Ryan (Max Thieriot) que ainda mora na mansão sombria.


Claro que entre todos os jovens da cidade, Elisa vai se interessar por quem? Bingo! Por Ryan. O jovem além de ser introspectivo, é odiado pelos moradores da região e ainda esconde um segredo no porão. Já perceberam que o filme usa e abusa de todos aqueles clichês que conhecemos né? A primeira metade do filme não é lá muito agitada, dando um ou outro susto em determinados momentos e utilizando a trilha sonora para contribuir com isso. 


Quando nos aproximamos da reta final, aí sim surgem uma série de reviravoltas e surpresas que deixam o longa mais interessante. O plot twist é maravilhoso e nos deixa com a boca aberta! Fiquei chocado! Pena que o filme demore tanto para engrenar e só nos momentos finais entregue momentos de tensão e adrenalina. 


Em uma determinada cena, Ryan e Elissa estão olhando uma árvore qualquer e ele diz para ela observar melhor, a garota então enxerga o que se parece com um rosto esculpido naturalmente no tronco da árvore. E é essa a metáfora que o filme quer nos passar: Esteja atento ao que você vê e perceberá algo além de sua aparência inicial. Apesar disso, o filme deixa a desejar no quesito terror. Não espere ficar sem dormir ou grandes sustos. Mas o final é surpreendente. Já assistiu o filme? Conta para a gente o que achou!


Por: Rodrigo Fonseca
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16 julho, 2018

[Série] Samantha!
julho 16, 2018 15 Comentários
Fala galera! O review de hoje é sobre a série Samantha! (sim, com ponto de exclamação). Criada por Felipe Braga, para a Netflix em parceria com a produtora Los Bragas, dirigida por Luis Pinheiros e Julia Jordão, roteirizada por Roberto Vitorino, Patricia Corso, Rafael Lessa e Filipe Valerim. 


A série resgata aquela nostalgia para aqueles que viveram nos anos 80. A personagem-título foi uma estrela mirim de sucesso no passado com o grupo musical Os Plimplons. Atualmente, ela tenta de todas as formas voltar aos holofotes e resgatar sua fama. Samantha (Emanuelle Araújo) ainda tem um ex-marido jogador de futebol, Dodói (Douglas Silva), que após sair da cadeia continua fazendo um certo sucesso na mídia. Qualquer semelhança com Simony e o Balão Mágico é mera coincidência (risos).


A série é leve, divertida e contagiante. Os 7 episódios são tão legais que maratonei numa tarde de sábado. Quando percebi já estava no último episódio e querendo mais. Os personagens são cativantes: temos o empresário de caráter duvidoso Marcinho (Daniel Furlan); a digital influencer – que tem milhares de fãs sem nunca ter aparecido na TV – Laila (Lorena Comparato); o famoso Flávio Júnior (Paulo Tiefenthaler) que já casou várias vezes (alô Fábio Junior!); o mascote do grupo, Zé Cigarrinho (Ary França); e os ex-Plimplons Bolota (Sidney Alexandre)  e  Tico (Rodrigo Pandolfo).


Temos ainda os filhos de Samantha e Dodói: Cindy (Sabrina Nonata) e Brendon (Cauã Gonçalves). Ela, toda feminista, ecológica, vegana. Ele, super inteligente. As crianças são carismáticas e talentosas, roubando a cena vários momentos. E sem contar as várias mensagens subliminares como a faca dentro da boneca de Samantha (Alô boneco do Fofão!) e o disco dos Plimplons que ao contrário revela algo (Alô Xuxa!). Super recomendo a série. Você vai rir e matar um pouco da saudade dos anos 80. Se você já assistiu comenta aí o que achou!



Por: Rodrigo Fonseca
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12 julho, 2018

[Filme] Homem-Formiga e a Vespa
julho 12, 2018 16 Comentários
Fala galera! Hoje trago um review quentinho: o recém-lançado Homem-Formiga e a Vespa! Depois do final pesado e sombrio de Vingadores – Guerra Infinita, a Marvel Studios lançou um filme mais leve e despretensioso. Um filme mais divertido e sem ameaças intergalácticas ou globais. Se você, assim como eu, não assistiu ao primeiro filme, ainda assim conseguirá entender tudo.


Scott (Paul Rudd) está cumprindo o final de sua prisão domiciliar em virtude dos eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016) e assim poderá passar mais tempo com a sua filha, Cassie (Abby Ryder Fortson). Já Hank (Michael Douglas) e Hope (Evangeline Lilly) querem resgatar Janet (Michelle Pfeiffer) que está presa no reino quântico e precisarão da ajuda de Scott. Eles ainda terão que enfrentar o mafioso Burch (Walton Goggins) e a Fantasma (Hannah John-Kamen) antes desse resgate. Temos ainda o amigo de Scott, Luis (Michael Penã) que rouba a maioria das cenas em que aparece com seu jeito espontâneo de ser.


As cenas de ação, principalmente as que envolvem a Vespa são muito bem feitas e eletrizantes. A brincadeira com objetos que aumentam e diminuem de tamanho trazem ainda mais adrenalina para essas sequências. O foco nesse segundo filme é o reencontro do pai e filha com a mãe perdida. Apesar de não termos cenas grandiosas, com explosões mirabolantes e barulhentas que já estamos acostumados no universo Marvel, temos excelentes efeitos especiais, ótima química do casal protagonista e muito humor.


Homem-Formiga é um filme familiar e de muita qualidade. Aqui o menos, vira mais. O simples vira extraordinário por ser tão bem feito. Vale a pena o ingresso! E um aviso de utilidade pública: Temos duas cenas pós-crédito. A primeira é bem tensa e quem viu Guerra Infinita entenderá e a segunda... Bem, a segunda vou deixar vocês verem por si mesmos! Se já assistiu o filme, comenta aí o que achou!


Confira o trailer!


Por: Rodrigo Fonseca
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