Cantinho Geek: 3 Estrelas
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16 janeiro, 2019

[Filme] Parque do Inferno
janeiro 16, 2019 4 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje trago a review do filme Parque do Inferno. Estava muito empolgado para assistir esse longa. Além do fato de gostar muito de slasher movies, o trailer prometia muito e ainda tinha a presença de uma atriz que eu gosto muito, Bex Taylor-Klaus (Scream). Pois bem, finalmente consegui assistir e o que achei vocês vão conferir agora! Na história, Natalie (Amy Forsyth), uma universitária, veio visitar sua melhor amiga de infância, Brooke (Reign Edwards) e sua colega de quarto, Taylor (Bex Taylor-Klaus). Como é Halloween, elas e seus namorados e no caso de Natalie, seu crush, resolvem ir para o Hell Fest - um parque temático de terror que viaja pelo país e chegou na cidade (tipo um Noites do Terror do Playcenter ou Hora do Horror do Hopi Hari). Só que nesse lugar, um serial killer vê a oportunidade de matar sem chamar muita atenção.


Do começo do filme até o meio, tudo é até bem convincente, com aquele clima de tensão e situações plausíveis. Do meio em diante, alguns clichês e situações forçadas acontecem e no final tudo parece muito jogado e corrido, com algumas escolhas bem absurdas. Se bem que não podemos negar que os personagens representam todos os clichês do gênero: a mocinha boazinha, o rapaz gentil que gosta dela, o casal infantilóide e excessivamente cool, a melhor amiga...


Tem algumas situações inverossímeis? Muitas: a melhor amiga deixar a protagonista sozinha, mesmo sabendo que ela está sendo perseguida; personagens que somem e seus amigos não ligam muito para isso; um banheiro feminino de um parque lotado de gente totalmente vazio; o celular que só vai ter sinal quando o vilão não estiver por perto. Mas a pior cena é quando todos no parque estão fugindo do killer, (porque ele resolveu matar em público numa das piores mortes do filme, onde uma delas foi completamente ignorada pelos personagens) e as mocinhas em vez de correr para fora, resolvem entrar numa “casa do horror” do para fugir dele!


Apesar disso, o filme tem algumas mortes criativas e violentas. É legal também o quanto ele brinca com o real e o falso no parque (“Olhe para as mãos se quiser diferenciar as pessoas dos bonecos”) e com a questão das máscaras. Máscaras duplicadas, máscaras alteradas, máscara sobre máscara e uma ótima cena onde os personagens também tem às suas próprias máscaras. É um filme mediano. Esperava muito mais e eles poderiam ter utilizado melhor todas as possibilidades que o Hell Fest oferecia.


E você, assistiu? O que achou? Conta pra gente nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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09 outubro, 2018

[Filme] Venom é mesmo ruim?
outubro 09, 2018 10 Comentários
Fala galera! Hoje o review é fresquinho, vamos falar do recém-lançado Venom. O filme é diferente do que esperávamos e mostra uma versão do Venom que não confere com aquela que conhecemos em Homem Aranha 3. Mas isso não é ruim! Para vocês terem um ideia, assisti o filme semana passada, mas no final acabou a energia no cinema (algo que nunca tinha acontecido comigo antes) e voltei para ver a conclusão da história (com cortesia do cinema, claro). Depois de conferir o final, vieram as cenas pós-crédito (são duas – utilidade pública). Antes da segunda cena a energia acabou de novo, mas fiquei lá até resolverem só para ver a tal cena (sou desses). Enfim, o saldo do filme é positivo!


Venom é um dos personagens mais complexos da Marvel e a ideia de desenvolver um filme solo dele estava sendo desenvolvida desde 1997. David S. Goyer (Homem de Aço) escreveu um roteiro sobre o personagem que seria estrelado por Dolph Lundgren (Rocky IV), só que o filme nunca saiu do papel. Venom só apareceu então no já mencionado Homem Aranha 3, filme que foi altamente criticado. E a crítica tem detonando o novo filme, tanto que é no site "Rotten Tomatoes", maior fonte de críticas internacionais, o longa tem apenas 33% de aprovação. É considerado apenas melhor que Esquadrão Suicida (28%) e o novo Quarteto Fantástico (9%).


No filme vamos conhecer um pouco da origem do simbionte e sua relação com Eddie Brock (Tom Hardy), seu hospedeiro. Eddie é um jornalista investigativo meio encrenqueiro, mas que no filme é bem bundão. Após tentar desmascarar o fundador da Life Foundation, Carlton Drake (Riz Ahmed), Eddie acaba arruinando sua carreira e o relacionamento com sua namorada, Anne Weying (Michelle Williams). Após seis meses, o repórter vê uma oportunidade de voltar à “Fundação Vida” para investigar, mas acaba se tornando uma vítima dos experimentos quando o simbionte Venom invade seu corpo.


A partir daí o filme ganha ares de comédia ao mostrar a relação de Eddie com seu parasita. É tipo aqueles filmes de heróis dos anos 2000 que passava na sessão da tarde: tem ação, humor, romance... Como diria o locutor: Essa turminha do barulho vai enfrentar grandes aventuras para conseguir impedir esse vilão de realizar seus planos de destruir a terra!


Não espere aquele Venom dark do famigerado Homem Aranha 3. Venom acaba sendo uma criatura que desperta nossa torcida seja pelo humor ácido ou pelas suas ações em favor dos humanos. Aprendemos a amar o vilão com esse filme. Que aqui não é o vilão. Tem outros simbiontes no longa e o chefão deles que é o verdadeiro inimigo. No geral, Venom não é ruim como a crítica disse. É um filme bom, vá assistir com os amigos! Vai dar risada, vai torcer por ele e vibrar nas sequências de ação! E você, já assistiu? Conta pra gente nos comentários o que achou!


Por: Rodrigo Fonseca
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01 agosto, 2018

[Filme] Most Lakely To Die
agosto 01, 2018 4 Comentários
Fala galera! Hoje falaremos sobre o filme Most Lakely To Die que está no catálogo da Netflix. O most likely to (muito provável) é uma tradição americana, que geralmente é feita pelos formandos em anuários das escolas, onde escolhem uma provável categoria do futuro para cada aluno. Exemplo: Most likely to be rich (muito provável que será rico). Por isso o título o título Most Likely to Die (Muito Provável Que Morrerá).


Na história, um grupo de amigos da época da escola se encontram dez anos depois da formatura para uma reunião. Sabe aquela reunião que há anos falamos com o pessoal da escola que devemos fazer e nunca fazemos? Pois é, eles conseguiram! 


E um deles resolve dar um pré-festa antes do esperado reencontro, só que tudo vira um pesadelo quando elas passam a ser perseguidos e mortos por um serial killer vestindo uma beca de formatura.


O local do reencontro é um lugar isolado, uma casa no campo e a temos uma final girl, Gaby (Heather Morris do Glee). Ela é uma jovem que na época da escola tinha potencial com baralho e enfrenta o assassino diversas vezes. 


O legal aqui também é que assassino não é tipo o Jason que vive voltando à vida, é um humano normal. Apesar de todos os clichês dos filmes de gênero, é um filme legalzinho. E o desfecho abre a possibilidade de uma sequência. Muito provável que não aconteça.


E você já assistiu? Conta para a gente nos comentários o que achou!

26 julho, 2018

[Série] O Bosque
julho 26, 2018 17 Comentários
Fala galera! Hoje vou falar sobre uma série curtinha (apenas 6 episódios) que está disponível no catálogo da Netflix: O Bosque (La Florêt). A produção francesa ganhou um prêmio no Festival de TV de La Rochelle 2017 e foi escrita por Delinda Jacobs e dirigida por Julius Berg.


A história se passa numa pequena e isolada cidade localizada no sul da França, com uma floresta densa e cheia de histórias sinistras. Tudo começa quando Jennifer (Isis Guillaume), uma jovem de 16 anos, desaparece no meio da noite depois de entrar na floresta. O capitão Gaspard Deker (Samuel Labarthe) recém-chegado na cidade começa a liderar a investigação com ajuda da policial Virginie Musso (Suzanne Clément). Por ser uma cidade pequena, todos se conhecem. A professora Eve Mendel (Alexia Barlier) que tem um passado misterioso resolve ajudá-los nas buscas porque percebe o comportamento estranho que seus alunos tem demonstrado nos últimos tempos.


A partir daí descobrimos várias mentiras, trapaças e crimes do passado vem à tona. O que no começo parece uma rebeldia adolescente se mostra algo bem mais grave com o decorrer dos episódios. Tirando o primeiro episódio que demora muito apresentando os personagens, os outros são mais ágeis. Não temos aquela sensação de alguns episódios enrolam. O mistério fica em torno de saber quem é o responsável pelos crimes.


O problema de "O Bosque" são os personagens. Eles não são muito carismáticos e não conseguimos nos envolver tanto na história e nem torcer muito por eles. E também a identidade do killer apesar de ser surpreendente não causa tanto impacto porque o personagem mal aparecia. Outra coisa que incomoda são as conveniências do roteiro, como sempre ter alguém na hora certa e no lugar certo para impedir determinado fato ou algumas descobertas que são feitas quase de forma mediúnica. Coisas que ninguém seria capaz de descobrir são expostas, praticamente tirando uma agulha do palheiro.


Esteticamente a série é bonita, aborda questões interessantes e temas como prostituição de menores. No geral, a série é boa. É um suspense policial bacana até. Só peca pelo desenvolvimento. Um ponto positivo é que tudo é explicado e resolvido sem deixar pontas soltas ou dúvidas. E você, já assistiu? Conta aí para a gente nos comentários o que achou!


Por: Rodrigo Fonseca
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19 julho, 2018

[Filme] A Última Casa da Rua
julho 19, 2018 14 Comentários
Fala galera! O review de hoje é sobre o filme A Última Casa da Rua. O filme foi produzido em 2010, só que foi lançado apenas em 2012, após o sucesso da franquia Jogos Vorazes, pegando carona no sucesso que Jennifer Lawrence, protagonista de ambos os filmes. Esse é um daqueles filmes que nos engana MUITO pelo trailer!


Na história, Sarah (Elisabeth Shue) e sua filha Elissa (Jennifer Lawrence) se mudam para um casarão em outra cidade para começar uma nova vida. O que a mãe não tinha revelado para filha era que o aluguel da casa estava baratíssimo porque a casa ao lado (a última da rua) foi palco de um assassinato. A jovem Carrie Anne (Eva Link) matou os pais no local e depois desapareceu, deixando apenas seu irmão Ryan (Max Thieriot) que ainda mora na mansão sombria.


Claro que entre todos os jovens da cidade, Elisa vai se interessar por quem? Bingo! Por Ryan. O jovem além de ser introspectivo, é odiado pelos moradores da região e ainda esconde um segredo no porão. Já perceberam que o filme usa e abusa de todos aqueles clichês que conhecemos né? A primeira metade do filme não é lá muito agitada, dando um ou outro susto em determinados momentos e utilizando a trilha sonora para contribuir com isso. 


Quando nos aproximamos da reta final, aí sim surgem uma série de reviravoltas e surpresas que deixam o longa mais interessante. O plot twist é maravilhoso e nos deixa com a boca aberta! Fiquei chocado! Pena que o filme demore tanto para engrenar e só nos momentos finais entregue momentos de tensão e adrenalina. 


Em uma determinada cena, Ryan e Elissa estão olhando uma árvore qualquer e ele diz para ela observar melhor, a garota então enxerga o que se parece com um rosto esculpido naturalmente no tronco da árvore. E é essa a metáfora que o filme quer nos passar: Esteja atento ao que você vê e perceberá algo além de sua aparência inicial. Apesar disso, o filme deixa a desejar no quesito terror. Não espere ficar sem dormir ou grandes sustos. Mas o final é surpreendente. Já assistiu o filme? Conta para a gente o que achou!


Por: Rodrigo Fonseca
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