Cantinho Geek: Aventura
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11 março, 2019

[Filme] Capitã Marvel: Tudo que esperávamos e muito mais
março 11, 20190 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje o review é sobre o filme Capitã Marvel. Assisti na pré-estreia e foi emocionante estar ali junto de fãs que há muito tempo aguardavam que a história da nossa heroína ganhasse vida. Vers (Brie Larson) só tem alguns flashes de sua vida, fragmentos esses bem confusos e que deixam nossa protagonista sempre em dúvida sobre seu passado. Ela vive em outro planeta (Hala), é treinada para ser tornar um grande membro da Starforce (exército Kree) e proteger sua raça dos Skrulls.


Quando algo dá errado em uma missão e Vers precisa vir a Terra para impedir os Skrulls, ela acaba descobrindo mais sobre o seu passado. Vers na verdade é Carol Danvers e estava se preparando para seguir os passos da sua mentora Mar-Vell (Annette Bening). Essa é uma das mudanças em relação aos quadrinhos, lá Mar-Vell é um homem. Em seu passado na Terra, Denvers sempre ouviu coisas do tipo: "Você não é forte o suficiente", "Você é muito pequena", "Isso não é brincadeira de menina", "Você é fraca", "Você não vai conseguir". E isso só a motivava a não desistir e mostrar que era capaz.


O filme é um dos melhores já produzidos pela Marvel e consegue acertar em todas as vertentes que aposta: humor, ação, aventura, crítica social. Carol Danvers é uma personagem forte, mas não perfeita. Ela erra, cai. Mas sempre levanta e continua. Tenta de novo até conseguir. Essa é uma grande lição que o filme nos ensina. Uma personagem carismática, irônica, atrevida, tudo na medida certa.


A parceria dela com Nick Fury (Samuel L. Jackson) rende momentos impagáveis. E o reencontro e participação da sua melhor amiga, Maria Rambeau (Lashana Lynch) é uma aula de sororidade, empoderamento e força. Esses dois personagens tornam esse filme ainda mais incrível. Sem falar que temos ainda o gato Goose (nos quadrinhos chamado de Chewie em homenagem ao Chewbacca de Star Wars) que rouba a cena sempre que aparece. E temos ainda a pequena Monica (Akira Akbar) que também só agrega nesse time. Uma curiosidade é que Monica se torna a heroína Espectro nos quadrinhos então podemos esperar surpresas aí!


O filme ainda consegue nos surpreender com relação ao verdadeiro vilão e sua motivação. Tem uma homenagem a Stan Lee que arrepia e duas cenas pós-créditos imperdíveis! Enfim, assistam! É um filme que explica muita coisa do Universo Marvel e nos mostra que a heroína pode ser a chance para derrotar Thanos (talvez com uma ajudinha do Thor). Super recomendo!


E você já assistiu Capitã Marvel? Conta pra gente nos comentários o que achou!



Por: Rodrigo Fonseca
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23 janeiro, 2019

[Filme] Bumblebee é o melhor filme da franquia Transformers?
janeiro 23, 20190 Comentários
Fala galera! Hoje o review é sobre o filme Bumblebee. Transformers foi um série de filme que só assisti os dois primeiros e que depois perdi o interesse. Com a saída de Megan Fox, os outros filmes pareciam ter apenas pancadaria e efeitos especiais sem uma história muito cativante e envolvente. Por esse fato, mesmo amando o trailer de Bumblebee e achando bem diferente dos outros filmes (e isso é MUITO BOM), fiquei com um pé atrás. Mas o resultado foi o melhor filme da franquia!


O filme é um prequel, conta a história antes dos filmes de Transformers e mostra como o soldado B-127 se tornou o famoso Bumblebee. A história se passa nos anos 80, com uma trilha sonora maravilhosa e várias referências bacanas a outros filmes. O longa começa com Bumblebee e seus companheiros lutando contra os Decepticons. Optimus Prime o envia para a Terra para protege-la dos vilões. Bee chega nos EUA em 1987, consegue fugir de um grupo de soldados liderados por Jack Burns (John Cena) e se esconde em um ferro velho onde mais tarde será encontrado por Charlie (Hailee Steinfeld).


Nosso robô preferido a essa altura estará mudo e desmemoriado. Ela é uma adolescente que está com dificuldades para socializar e com problemas familiares devido a morte trágica do pai. Uma coisa que Charlie herdou do pai é paixão por carros, por isso ela decide consertar o fusca (Bee disfarçado). Eles desenvolverão uma linda amizade, mas tudo será ameaçado pelos Decepticons e pelo governo americano.


Bumblebee é um filme leve, estilo Sessão da Tarde. Tem todos aqueles elementos que amamos na medida certa: ação, aventura, romance, comédia. Bee é muito desastrado e inocente e arranca muitas risadas de nós o filme todo. As cenas de lutas são melhores visualmente do que as dos outros filmes da franquia. É um filme emocionante e para toda a família. Vale muito a pena! Super recomendo!


E vocês, já viram? Gostaram? Conta pra gente aí nos comentários!


Por: Rodrigo Fonseca
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18 agosto, 2018

[Filme] Megatubarão
agosto 18, 2018 8 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje irei falar sobre o filme Megatubarão (The Meg) que está nos cinemas. O que esperar de um filme com um tubarão gigante sendo enfrentando pelo ícone dos filmes de ação, Jason Statham? Tiro, porrada e bomba! É um filme B, mas com muita ação, suspense (sustos) e excelentes efeitos especiais! E pasmem, o filme é inspirado em um LIVRO de Steve Alten.


No longa, Statham é Jonas (captaram a referência?), um mergulhador especialista em resgates que está “aposentado” após um incidente no passado onde não conseguiu salvar alguns integrantes de uma tripulação e ainda foi acusado de ser louco por afirmar que havia uma criatura gigante naquelas águas profundas.


Anos depois, uma nova estação submarina de pesquisas científicas é atacada por essa mesma criatura e ele é convocado para salvar essas pessoas, sendo que uma delas é sua ex-mulher. E lá eles encontram o tubarão pré-histórico com mais de 25 metros de comprimento, o Megalodon!


E então eles precisam tentar uma forma de enfrentar a criatura e impedi-la de fazer um estrago muito maior. O filme tem muitas cenas de humor e apesar de ser longo, consegue nos prender e tem algumas reviravoltas e cenas muito legais. Sabe aqueles filmes para ver com a galera e se divertir? Esse é um deles.


Temos todos aqueles clichês do gênero que funciona: o ricaço ambicioso e que está financiando a expedição, a mocinha corajosa (Li Bingbing), o alívio cômico (Page Kennedy), o melhor amigo (Cliff Curtis), a inteligente que manja de informática (Ruby Rose) e a criança fofinha e que é mais legal e madura que muitos adultos (Sophia Cai).


Apesar de todos aquelas coisas que já vimos em filme do gênero e de muitas coisas serem até previsíveis, o filme vale a pena pelas referências, pela ação, efeitos especiais e diversão que proporciona.


E você já assistiu? Conta para a gente o que achou nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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13 junho, 2018

[Resenha] Dentes de Dragão - Michael Crichton
junho 13, 20180 Comentários












E ai geek's tudo bem??

Hoje trago para vocês a resenha do livro Dentes de dragão lançamento da Editora Arqueiro, o livro é do autor Michael Crichton que escreveu também nada mais nada menos do que o grande Jurassic Park. 

Vamos lá! 
Nesta resenha vou utilizar a cor vermelha para destacar os principais personagens e as cidades citadas.


A história se passa nos Estados Unidos nos anos de 1800, o personagem principal é William Johnson que é um rapaz rico vindo de uma família da Filadélfia e que sai de casa para estudar em Yale na Yale College. 

Johnson é um rapaz talentoso, bem-apessoado, atlético e competente de acordo com o diretor da Yale, o rapaz porém é um pouco rebelde e passa por aquela fase de transição entre a vida de adolescente para a vida adulta e seu pai faz de tudo para que o rapaz venha a se tornar um homem o mais rápido possível, afinal ter que pagar os prejuízos do filho já estava ficando caro.

Porém nem tudo em Yale era como Johnson queria e como sempre há um rival a sua frente, no caso de Johnson era um outro aluno chamado Harold Hannibal Marlin que tinha a mesma idade de Johnson e características bem parecidas, Harold veio de Nova York e se achava superior em todos os aspectos, ambos viviam travando discussões e apostas.

Tinha apenas um feito de Harold que Johnson ainda não havia conseguido, ir ao Oeste, o Oeste do EUA naquela época era uma localidade selvagem onde vivam os índios e ainda estava em colonização, então todo branco (como era chamado o povo que não era índio) que pisava naquelas terras ou morria ou voltava bem calejado da guerra, porém como Harold tinha um irmão que morava em Kansas City ele já havia visitado parte do Oeste, porém uma parte não tão perigosa. Então Harold desafiou Johnson a ir ao Oeste e se o mesmo conseguisse pagaria Mil dólares a ele, lembrando que em 1800 isso era muita grana.



Johnson a partir dali desistiu de sua viagem de férias para a Europa e mudou o destino para o OESTE. Assim começa a aventura, porém surgiu uma dúvida, como ele conseguiria ir ao Oeste? Johnson conversou com seus pais e sua mãe desaprovou totalmente com medo de que seu filho fosse morto pelos índios, porém como o pai de William Johnson queria o filho amadurecesse o incentivou a ir, Johnson então encorajado pelo pai descobriu que um professor de Paleontologia de Yale estava marchando para o Oeste em busca de fósseis de dinossauro e pediu ao professor para acompanha-lo, porém no inicio foi negado, até que Johnson mentiu ao professor dizendo que sabia fotografar e então foi aceito no grupo, porém o mesmo teve que fazer um breve curso de fotografia escondido do professor Marsh para aprender o trabalho, naquela época um fotografo era visto igual um pião então o mesmo não tinha reconhecimento pelas suas atividades.

Marsh como Johnson também tinha um rival, o seu nome era Edward Drinker Cope mais conhecido como Cope, um professor de Paleontologia tão bom quanto Marsh e que vinha da Filadélfia assim como Johnson, porém o professor de Johnson guardava um grande rancor do Cope e contou várias histórias absurdas sobre o seu rival que futuramente se mostrariam como mentiras esfarrapadas.

Opinião: EU ODEIO O MARSH aquele tipo de personagem chato ahshash.


Johnson começa sua expedição junto a Marsh marchando para o Oeste porém o professor desconfia que Johnson é um vigarista que esta trabalhando para Cope e que apenas quer recolher informações para o rival. Então Marsh decide deixa-lo para trás e isso já depois de um grande pedaço da viagem, o menino foi deixado em Cheyenne uma cidade pacata porém que havia alguns arruaceiros e pistoleiros. Lá Johnson acaba conhecendo uma moça chamada Lucienne e se apaixona, ela trabalhava dançando em boates e saindo com clientes. 

E na mesma cidade Johnson conhece Cope que está indo em busca de fósseis assim como Marsh e convence John a ir, o professor Cope conta todas as verdade sobre ele a qual Marsh havia mentido, e apresenta John ao seu grupo. Eles partiram para o Oeste atravessando várias barreiras para conseguirem chegar ao território de exploração, o professor Cope é extremamente inteligente e ao mesmo tempo pavio curto, vire e mexe estava brigando e batendo em alguém até mesmo em um Xerife que foi se engraçar para cima do mesmo.


O território aonde John foi explorar junto com o professor era rota de uma das tribos indígenas mais perigosas daquela região os chamados Sioux, eles matavam com muita crueldade todos os brancos que passavam a uma distância de 2 km deles.

Depois de passaram vários dias explorando Johnson acabou fazendo uma grande descoberta, os dentes de um dinossauro e que prometia ser a maior descoberta dos tempos. 


A partir daqui eu não vou contar mais sobre a história só alguns pontos que eu achei importante.

1º Até agora eu não entendi o motivo que do nada na história eles passam a chamar o dente de dinossauro de dente de dragão, ainda acredito que seja apenas uma jogada de marketing para alcançar um público diferente.

2º O livro é muito fácil de ler, o escritor é genial na forma com que escreve a história. 

3º Eu pessoalmente gostei do final do livro acho que foi coerente e bem resolvido.


Bom é isso, espero que essa resenha tenha trazido um pouquinho de curiosidade para vocês conhecerem o livro, o mesmo tem várias partes reais então vários personagens realmente existiram e fazem parte da história dos Estados Unidos, os povoados indígenas também são reais e a guerra que eles passavam contra o exercito americano que foi nada mais do que um genocídio em busca de ouro também é real.

Então se você também tem curiosidade em conhecer um pouco mais sobre a história americana eu super recomendo.

Esperam que vocês tenham gostado da resenha, caso já tenham lido o livro ou tem interesse em ler deixa ai nos comentários sua opinião e o que acharam do mesmo.

Obrigado por ler até aqui!!
Nota 5/5

07 junho, 2018

[Filme] Viva - A Vida é uma Festa
junho 07, 2018 2 Comentários
Fala galera! Hoje vamos falar sobre uma animação que me emocionou muito: Viva – A Vida é uma Festa (Coco – título original). Amo os filmes da Pixar e eles acertaram em cheio com essa história que aborda os vários tipos de morte: a morte natural, a morte por acidente e a morte por esquecimento. Pode parecer um assunto delicado para ser abordado com o público infantil, mas tudo é feito de forma leve e delicada.


Na história, Miguel é uma criança apaixonada por música, mas na sua família é algo proibido devido um trauma. Seu tataravô abandonou a esposa e os filhos para seguir a carreira artística, fazendo a família também transferir seu ódio para tudo que envolva essa arte. Miguel é fã do cantor Ernesto de la Cruz e sonha em se tornar um músico feito ele.


Apesar da proibição, Miguel tem um esconderijo onde toca sua viola quebrada e assiste apresentações do seu grande ídolo já falecido. Após uma série de acontecimentos, Miguel prefere ser rejeitado pela família para seguir sua vocação para a música. Só que o garoto é transportado para a Terra dos Mortos. Calma, vou explicar melhor!


Na celebração do Día de los muertos, acredita-se que as almas voltam para visitar seus entes queridos. Por isso, as pessoas constroem altares para preservar suas memórias e colocam comida de oferenda. Ao tocar o violão do seu falecido ídolo De la Cruz, Miguel é transportado para essa dimensão habitada por aqueles que ainda são lembrados no mundo dos vivos. A partir daí acompanhamos a jornada dele em busca da bênção de Ernesto de la Cruz que ele acredita ser seu tataravô. Nessa jornada ele contará com o auxílio do interesseiro e divertido Héctor.


Claro que Miguel precisará correr contra o tempo para não ficar preso na Terra dos Mortos para sempre. Um outro detalhe é que quando não tem pessoas no mundo dos vivos que se lembram dos antepassados falecidos eles deixam de existir e não visitam mais a terra no Día de los muertos. Nessa jornada Miguel aprenderá várias lições sobre família, legado e perdão.


Esse é o primeiro filme da Disney totalmente no México e dedicado à cultura mexicana. Temos várias reviravoltas, bem dignas das telenovelas. Os antepassados que retornam no Dia dos Mortos estão forma de esqueletos, mas com roupas e maquiagem. Temos até a presença de Frida Kahlo!


As músicas do filme são outro show à parte. Sem falar que as versões em português das animações da Disney / Pixar muitas vezes ficam mais legais do que as originais! Contagiantes e tocantes. Inclusive, a principal dela Remember Me (Lembre de Mim) ganhou o Oscar de Melhor Canção Original.



Viva – A Vida é uma Festa é um filme para adultos e crianças, um filme para a família. Um filme sensível e que nos faz chorar e refletir muito. Sem dúvidas, um dos melhores que já vi! E você já assistiu? Conta para a gente o que achou nos comentários!


Por: Rodrigo Fonseca
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05 junho, 2018

[Série] 3% - Segunda Temporada
junho 05, 2018 2 Comentários
Fala galera! Hoje trago mais um review de série e vamos falar sobre a segunda temporada de 3%. Foi uma season sensacional, com muitas reviravoltas e surpresas. A série melhorou muito em todos os sentidos!


Se você não assistiu a primeira temporada vou te situar do que se trata: A história se passa num futuro distópico dividido em “Lado de Cá” e “Lado de Lá”. Quando completam 20 anos, os humanos do Continente (Pobreza) tem a chance de participar de uma seleção conhecido como Processo onde apenas 3% serão escolhidos para viver na sociedade perfeita Maralto (Riqueza). E para isso passaram por provas e testes que definirão quem serão os merecedores, afinal, “você é o criador de seu próprio mérito”!



Nos 8 episódios da primeira temporada acompanhamos o Processo 104 e acompanhamos as provas e eliminações durante esse percurso. Existe um grupo do lado do Continente chamado de a Causa que busca destruir o Processo e acabar com essa desigualdade. Eles conseguem colocar 2 infiltrados na seleção que depois de passarem para o Maralto iriam colaborar para destruir todo esse sistema. Temos ainda Ezequiel que é o chefe do Processo e esconde muitos segredos, alguns revelados na primeira temporada. Uma distopia que lembra a saga Jogos Vorazes numa versão tupiniquim. E isso não é uma crítica, mas um elogio!



Conhecemos Michele, Joana, Fernando e Rafael. Esse é o quarteto que move toda a série. Michele é aquela garota que sempre nos deixa em dúvida sobre suas reais intenções; Joana é sem papas na língua e parece (apenas parece) se importar apenas consigo mesma; Fernando é um jovem inteligente e de bom coração e Rafael parece (apenas parece) ser um vilão, mas aos poucos mostra que é um dos mais humanos ali.


Descobrimos que Michele e Rafael são os infiltrados da Causa. Michele quer vingança contra Ezequiel (que também já foi da Causa) por ele ter matado seu irmão. Por fim Michele é descoberta, mas é salva por Ezequiel e ele revela que seu irmão está vivo e que ela foi enganada pela Causa, recebendo uma segunda chance no Maralto. Rafael, membro da Causa e aprovado no Processo, é recebido pelos 3% que se tornam estéreis ao chegar lá. Joana e Fernando são expulsos do Processo infelizmente. Ela por se recusar a matar alguém, ele por ser enganado numa tentativa de ajudar Michele.


Agora vamos falar da segunda temporada? Agora são 10 episódios onde não conseguimos ficar entediados e com muitos acontecimentos relevantes o tempo inteiro.



Às vésperas do Processo 105, a Causa tem um plano para impedir a seleção de acontecer e acabar de vez as injustiças sociais que tudo isso trouxe a população. Joana agora é um membro da Causa, mas por não concordar com seu plano irá trabalhar do seu jeito para impedir que o processo aconteça.


Rafael continua com seu plano de ajudar a Causa, mas conhece Eliza e seu relacionamento com ela interferirá um pouco em seus objetivos. Michele se vê obrigada a trabalhar para Ezequiel para que consiga ver seu irmão novamente e conseguir a liberdade dele, que está preso por ter cometido o primeiro assassinato do Maralto. Mas será que ele é mesmo culpado? Fernando continua sofrendo após ter sido expulso e agora tenta ajudar sua amiga Glória a desistir do Processo 105. Então a vida desses 4 volta a se cruzar novamente.


Nessa segunda temporada temos a morte de um personagem importante, mas que foi essencial para o desenvolvimento da série. Surge também Marcela, uma nova vilã que consegue dar conta do recado por conta de sua frieza. Descobrimos também a verdade sobre o Casal Fundador (que não foi um casal). Essa temporada não foca no processo e sim em tudo que acontece antes dele, explorando melhor os outros cenários, histórias, passados e personagens.


Todas as pontas soltas da temporada anterior são respondidas. Michele continua nos deixando confusos com relação a de que lado está até o último momento e nos surpreende na season finale. Joana e Fernando trabalhando juntos para impedir o Processo e seu papel fundamental no final da temporada também foi uma ótima sacada. Cada episódio nos deixa ávidos pelo outro e querendo saber o que vai acontecer ao final. 3% melhorou muito nessa segunda temporada fazendo uma season irretocável e nos deixando ansiosos pela terceira. Por favor Netflix, precisamos saber o que acontece a seguir! E que chegue logo 2019 com a próxima temporada!


E você já assistiu? Conta para a gente o que achou nos comentários!

Por: Rodrigo Fonseca
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26 maio, 2018

[Resenha] Ordem Vermelha: Filhos da Degradação - Felipe Castilho
maio 26, 20180 Comentários



Parece sério demais começar uma resenha dizendo que muitas vezes o que é expresso na arte reflete o momento histórico em que ela foi produzida?
Parece né? Mas é verdade. Mesmo quando se trata de ficção.

Partindo do princípio que o próprio autor disse que, ao escrever este livro, gostaria de criar uma espécie de Cidade de Deus dentro da Terra Média, podemos notar que há um material interessante e com uma abordagem um tanto ousada para os padrões da indústria. Ainda mais ao apostar em autores nacionais e de fantasia.

Ordem Vermelha: Filhos da Degradação foi uma das melhores surpresas que encontrei ultimamente. Lançado na CCXP 2017 em parceria com a Editora Intrínseca, este livro nacional dificilmente sairia com críticas negativas de qualquer rodinha (ou cantinho) geek.



Primeiro volume do que está planejado como uma duologia, Ordem Vermelha parte de uma base clássica, por vezes lembrando fantasias já aclamadas. Porém, tem um desenvolvimento próprio e com fortes inclinações nacionais. Isso traz uma identidade quase desconhecida a um público acostumado apenas aos grandes sucessos gringos nos quais a maior parte das editoras apostam.

O primeiro ponto positivo aqui vai para a Intrínseca, que sendo um grande nome do mundo editorial atual, apostou em uma fantasia de autor brasileiro não apenas no processo de publicação, mas também de divulgação. A soma da qualidade do trabalho, da produção do material e do investimento em marketing certamente rendeu bons resultados.

Segundo o Estadão, o livro esteve entre os 20 mais vendidos do catálogo de ficção da Intrínseca. Ficou na frente, inclusive, de grandes best-sellers internacionais que encabeçam as listas de vendas há anos. 



Portanto, quando digo aqui que Ordem Vermelha foi uma leitura sensacional, sei que não sou apenas eu. As vendas corroboram, assim como Amazon e Skoob têm resenhas majoritariamente positivas. E não é por pouca coisa.

A narração é dinâmica e empolgante na maior parte do tempo. Em um trecho ou outro o ritmo se perde, mas não é nada duradouro ou por acaso. E sempre volta atraindo o dobro da atenção.

Em suas 448 páginas você encontra ação, aventura, um tanto de romance, personagens carismáticos e muita representatividade. 



A história se passa em Untherak. No universo do livro, este é o único lugar que permaneceu existindo após os seis deuses representantes de todas as espécies se converterem em apenas uma Deusa de seis faces, chamada Una. Fora de Untherak há apenas a Degradação (daí o subtítulo), um deserto onde apenas bestas mortais habitariam.

 Em Untherak existem seis raças: humanos; kaorshs, que são seres esguios de aspecto humanoide, mas com o poder de colorir e criar ilusões na própria pele; anões; sinfos, que parecem sempre crianças e têm uma conexão única com a música e a pouca natureza restante; gnolls e gigantes.

Ninguém ali é realmente livre e alguns, como Aelian, recebem uma marca no rosto para mostrar que têm uma dívida financeira com Una que, com suas seis faces, observa a todos do enorme monólito erguido em sua homenagem no início de seu reinado imortal de mil anos.

Os marcados são obrigados a viver, dormir e trabalhar no Miolo, o "centro" de Untherak, que faz todo o lugar funcionar. Embora possam comprar a própria semi-liberdade, ainda devem viver sob os desígnios da Deusa Una e dentro dos portões da cidade. O preço exorbitante serve apenas para libertá-los do trabalho exaustivo e das limitações do Miolo — onde muitos preferem permanecer em troca de teto e ração garantidos, já que a vida fora dali não é muito mais fácil. 


Aelian é um humano que serve no Poleiro, cuidando dos falcões que entregam as correspondências em Untherak. Frequentemente é seguido por um dos seus poucos amigos, o falcão Bicofino. Raazi, a outra protagonista, é uma kaorsh que trabalha no Tear, onde produzem os tecidos da cidade. Ambos os personagens são bem diferentes, mas ao mesmo tempo complementares. E se você pensou em romance, pode esquecer. Não é neste clichê que se complementam, mas em ideias e ideais. Raazi, inclusive, já é muitíssimo comprometida com outra kaorsh, que é uma lutadora exímia.

Nenhum dos dois protagonistas está satisfeito com o que acontece em Untherak,mas têm reações iniciais muito diferentes. Enquanto Aelian continua servil até não ter mais escolhas, Raazi embarca com a esposa, Yanisha, em uma missão que elas mesmas reconhecem como suicida.

Como é esperado da criação de um universo inteiro, Ordem Vermelha tem muitos detalhes, minúcias e alegorias. Muitos, mas sem nunca pecar pelo excesso.

Vale mencionar brevemente outros personagens importantes como o sinfo Ziggy, um dos mais carismáticos, a misteriosa Aparição, o anão Harun e a mercenária Venoma. Além de conceitos como a Mácula, um líquido misterioso que há mil anos cobriu o sol e hoje mata, fortalece ou controla aqueles que a ela são submetidos, a Centípede, uma ordem que está sempre no encalço da Deusa Una e Proghon, um guerreiro imbatível, de aspecto aterrorizante e braço direito da Deusa.

O autor Felipe Castilho já foi anteriormente finalista do prêmio Jabuti e alcançou certo renome em editoras menores,. Nesta obra conseguiu balancear tudo perfeitamente e deixar o leitor ansioso para o próximo volume, que infelizmente ainda não tem previsão de lançamento.

Como citado anteriormente, Ordem Vermelha: Filhos da Degradação é uma obra imperdível, construída de uma forma que o leitor brasileiro se sente ainda mais imerso no universo fantasioso. 






Avaliação 5/5



Já leu o livro? Deixe um comentário com a sua opinião! Principalmente se você, como eu, leu as cenas de batalha da mesma forma que o Felipe escreveu: ouvindo Hamilton.
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02 junho, 2017

[Resenha] Harry Potter e a Pedra Filosofal - J. K. Rowling
junho 02, 2017 22 Comentários

Olá, pessoas! Tudo bem?

Nesse post trago para vocês a resenha de um livro que para mim dispensa apresentações! Esse bruxinho vem encantando milhões de pessoas, fazendo parte da nossa infância, adolescência e, claro, vida adulta também. Para os que não conhecem, venham mergulhar nesse maravilhoso universo da nossa amada J. K. Rowling. Aos que já conhecem, eu trago também imagens da lindíssima edição ilustrada que a editora Rocco publicou no ano passado, porque o que é muito bom a gente relembra com estilo!

31 maio, 2017

[Resenha] Querubins: A Sentença da Espada - Martha Ricas
maio 31, 2017 29 Comentários

Olá geeks, tudo bem com vocês?

Hoje trago resenha do livro Querubins - A Sentença da Espada da autora Martha Ricas. A sentença da espada é o primeiro livro da trilogia Querubins, no entanto, de acordo com a autora, cada livro pode ser lido separadamente. O segundo livro é A Balança do Coração que foi lançado pela editora Coerência e em breve terá resenha aqui pela Ana.

23 maio, 2017

[Resenha] The Kiss Of Deception - Mary E. Pearson
maio 23, 2017 38 Comentários


Olá gente, aqui é a Ana, resenhista caloura no blog!
Hoje trago para vocês um livro para relaxar no tempo livre. The Kiss of Deception é o primeiro livro das Crônicas de amor e ódio da escritora Mary E. Pearson. Primeiro detalhe fundamental e que já conta pontos para o livro é ele ser publicado pela editora DarkSide, que está ficando famosa pela excelência editorial e pelas maravilhosas capas e acabamentos gráficos. Além disso os livros deles ainda costumam vir com mimos!

Venham ver essa belezinha!