Cantinho Geek: Serial Killers
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03 junho, 2019

[Resenha] Cartas no corredor da morte - um terror psicológico de Cláudia Lemes e Paula Febbe
junho 03, 20190 Comentários

Cartas no corredor da morte é um livro publicado pela Monomito Editorial neste ano de 2019. O livro foi escrito pelas autoras Cláudia Lemes - mesma autora do sucesso de Eu vejo Kate e Inferno no Ártico -, e a autora Paula Febbe - mesma autora de Metástase.

O livro é curtíssimo, mas mesmo com apenas 124 páginas consegue envolver o leitor em uma narrativa surpreendentemente gore e chocante. A narrativa é formada por cartas trocadas entre dois serial killers: Steve Gurniak e Johnny Love. Ambos estão no corredor na morte e se apegam a essas cartas em seus momentos finais. No caso de Love, a sua sentença já está marcada, no entanto, a de Gurniak ainda não foi marcada, mas devido a seus crimes, ele sabe que a morte será a sua sentença.

Tudo começa com a curiosidade de Love em Gurniak, pois ele é um famoso serial killer que passou em todos os canais de TV, mas que foi preso pois sua vítima conseguiu fugir. Gurniak se considera um salvador, alguém que está limpando o mundo da sujeira. Enquanto Love confessa que seus crimes eram sexuais, ele vivia para o sexo. De todas as formas.


Assim, os dois serial killers vão trocando cartas e contando um pouco mais sobre suas vidas e como se tornaram o que são. As cartas são bem cruas, as descrições são chocantes e eles se sentem bem com aquilo. Era normal para eles, era bom até certo ponto. Para mim, as descrições de Love são chocantes, a forma como ele se tornou o que era, tudo muito cru e cruel. A vida de Gurniak também é cruel, e percebemos como suas vidas os levaram até ali. Claramente traumatizados e perturbados desde a infância.

Através das cartas percebemos suas convicções e visões de seus crimes. É tudo muito perturbador e fico admirada pelas autoras conseguirem fazer isso tão bem. Cláudia Lemes fez as cartas de Love, já Paula Febbe fez as cartas de Gurniak. A narrativa por cartas não me incomodou de forma alguma, aliás, para este livro, é perfeita. Não vejo outro modo de como Cartas no corredor da morte poderia ser escrito senão por cartas. É genial!

Como o livro é muito curto, tenho medo de contar demais e acabar a graça do livro. Assim, recomendo esta ótima leitura para os amantes de serial killers. Vocês vão adorar!


Avaliação:
5/5

16 janeiro, 2019

[Filme] Parque do Inferno
janeiro 16, 2019 4 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje trago a review do filme Parque do Inferno. Estava muito empolgado para assistir esse longa. Além do fato de gostar muito de slasher movies, o trailer prometia muito e ainda tinha a presença de uma atriz que eu gosto muito, Bex Taylor-Klaus (Scream). Pois bem, finalmente consegui assistir e o que achei vocês vão conferir agora! Na história, Natalie (Amy Forsyth), uma universitária, veio visitar sua melhor amiga de infância, Brooke (Reign Edwards) e sua colega de quarto, Taylor (Bex Taylor-Klaus). Como é Halloween, elas e seus namorados e no caso de Natalie, seu crush, resolvem ir para o Hell Fest - um parque temático de terror que viaja pelo país e chegou na cidade (tipo um Noites do Terror do Playcenter ou Hora do Horror do Hopi Hari). Só que nesse lugar, um serial killer vê a oportunidade de matar sem chamar muita atenção.


Do começo do filme até o meio, tudo é até bem convincente, com aquele clima de tensão e situações plausíveis. Do meio em diante, alguns clichês e situações forçadas acontecem e no final tudo parece muito jogado e corrido, com algumas escolhas bem absurdas. Se bem que não podemos negar que os personagens representam todos os clichês do gênero: a mocinha boazinha, o rapaz gentil que gosta dela, o casal infantilóide e excessivamente cool, a melhor amiga...


Tem algumas situações inverossímeis? Muitas: a melhor amiga deixar a protagonista sozinha, mesmo sabendo que ela está sendo perseguida; personagens que somem e seus amigos não ligam muito para isso; um banheiro feminino de um parque lotado de gente totalmente vazio; o celular que só vai ter sinal quando o vilão não estiver por perto. Mas a pior cena é quando todos no parque estão fugindo do killer, (porque ele resolveu matar em público numa das piores mortes do filme, onde uma delas foi completamente ignorada pelos personagens) e as mocinhas em vez de correr para fora, resolvem entrar numa “casa do horror” do para fugir dele!


Apesar disso, o filme tem algumas mortes criativas e violentas. É legal também o quanto ele brinca com o real e o falso no parque (“Olhe para as mãos se quiser diferenciar as pessoas dos bonecos”) e com a questão das máscaras. Máscaras duplicadas, máscaras alteradas, máscara sobre máscara e uma ótima cena onde os personagens também tem às suas próprias máscaras. É um filme mediano. Esperava muito mais e eles poderiam ter utilizado melhor todas as possibilidades que o Hell Fest oferecia.


E você, assistiu? O que achou? Conta pra gente nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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14 outubro, 2018

[Resenha] Serial Killers: Anatomia do Mal - Harold Schechter
outubro 14, 2018 7 Comentários

Hoje trago para vocês a resenha do livro Serial Killers: Anatomia do Mal da Darkside que é a minha editora favorita. 

Esse foi o primeiro livro da Darkside que comprei e achei simplesmente maravilhoso primeiramente por conta da edição. Por dentro, o livro é todo grifado como se tivesse utilizado um marca texto. Possui várias ilustrações e fotos, o que me deu mais vontade ainda de ler, até porque me interesso muito por estudar o perfil psicológico de pessoas com algum comportamento atípico e me interesso por histórias envolvendo serial killers. 


O livro não é uma história com um enredo. É um dossiê escrito por Harold Schechter, um professor de literatura de uma Universidade em Nova York. Ele também escreve obras de não-ficção de crimes reais. Schechter estuda esse tema há mais de 30 anos e nesse livro ele juntou variados dados sobre serial killers, dando uma extensa explicação e fazendo com que o leitor entenda o que se passa na cabeça de pessoas cruéis. 

Primeiramente, vemos a história de serial killers ao longo dos séculos e entendemos que por antigamente o mundo ser marcado com períodos de muitas guerras, os serial killers podiam se mascarar dentro desse contexto. Vamos entendendo seu comportamento, seu modus operandi, as diferenças entre os crimes e conhecemos desde o primeiro serial killer registrado na história (Jack, O Estripador), até um dos últimos noticiados, com vários estudos de casos.


Mas, se você é uma pessoa com estômago fraco, pode ficar um pouco perturbado se ler o livro em pouco tempo. É um livro pesado, que causa mal-estar e nos deixa impressionados com a crueldade humana. Um caso é mais cruel que outro, então sugiro que a leitura seja feita aos poucos, caso você se impressione com facilidade. 


Após o término da leitura, senti que sabia tudo sobre crimes e psicopatas, pois além da história dos crimes e dos criminosos, ao fim vemos o serial killer na cultura pop. Tem uma lista com músicas inspiradas em serial killers, filmes, literatura e obras de arte. 

Quanto a todos os aspectos do livro, eu não tenho nem comentários. Todas as ilustrações são maravilhosas, todo o design dele é maravilhoso. Possui muitas fotos dos assassinos, ilustrações e quadros explicativos. 

Se esse é o seu tipo de leitura, esse livro é um prato cheio. 



Avaliação: 5/5
Autor: Harold Schechter
Editora: Darkside
Ano: 2013

11 setembro, 2018

[Série] Wolf Creek - 2ª Temporada
setembro 11, 2018 14 Comentários
Fala galera! Vocês não imaginam o prazer que é estar de volta! E hoje vou falar sobre a segunda temporada da série Wolf Creek. Só tenho uma coisa a dizer: Que season, meus amigos! MARAVILHOSA! Maratonei em um dia os 6 episódios para vocês terem uma ideia. Nessa nova temporada nosso sádico assassino Mick Taylor (John Jarratt) sobreviveu aos eventos da temporada anterior (ele é praticamente um Jason ou Mike Meyers, nunca morre!) e continua espalhando terror e tortura por onde passa. Tudo começa quando um grupo de 13 (número da sorte do nosso killer) turistas resolve visitar pontos turísticos do deserto australiano. 


O motorista do ônibus e chefe da excursão é Davo (Ben Oxenbould). Os passageiros são: Rebecca (Tess Haubrich) e Danny (Charlie Clausen) que estão em crise no relacionamento; o psicólogo Brian (Matt Day); as amigas Kelly (Laura Wheelwright) e Michelle (Elsa Cocquerel); os namorados Steve (Jason Chong) e Johnny (Adam Fiorentino); o blogueiro Wade (Elijah Williams); o ex-militar Bruce (Christopher Kirby); a família alemã formada por Oskar (Julian Pulvermacher), Nina (Felicity Price) e Emma (Josephine Langford); e não podia faltar o gordinho falador, Richie (Stephen Hunter). Os primeiros dois episódios servem para conhecemos melhor essas pessoas e seus conflitos. E a partir do terceiro as coisas pegam fogo, literalmente! Se você não assistiu aos filmes ou a primeira temporada, pode assistir a segunda temporada sem problemas porque não são continuações.


As mortes são surpreendentes, personagens que não imaginávamos acabam morrendo e a partir daí a série fica eletrizante. Numa parada, Davo encontra Mick e na conversa o nosso killer chega a perguntar se o motorista duvida que ele seja capaz de conduzir um grupo pelo deserto em um passeio turístico. Após se sentir zombado por seu vocabulário e jeito esdrúxulo, Mick dá um jeito de assumir o controle do ônibus e se tornar o novo motorista. Uma coisa que a série vai abordar também é o fato de que quando se luta pela sobrevivência, as pessoas se tornam egoístas e deixam a humanidade de lado.


Ele poderia matar a todos durante a noite, mas não é o tipo de jogo que Mick gosta de fazer. Ele gosta de dor e sofrimento, gosta de saborear suas vítimas agonizando e lutando pela sobrevivência. E também se ele fizesse isso não teríamos série, né?!  Os sobreviventes terão que lutar contra a fome, sede, ao calor do deserto e aos ataques dele. O que posso dizer é que a série entrega uma outra final girl e é tem uma saldo de temporada bem melhor do que a primeira. E vocês, já assistiram? Gostaram? Comentem aí o que acharam da temporada.  Até a próxima!


OBS: A música de abertura é maravilhosa!

Confiram o trailer da temporada:



Por: Rodrigo Fonseca
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01 agosto, 2018

[Filme] Most Lakely To Die
agosto 01, 2018 4 Comentários
Fala galera! Hoje falaremos sobre o filme Most Lakely To Die que está no catálogo da Netflix. O most likely to (muito provável) é uma tradição americana, que geralmente é feita pelos formandos em anuários das escolas, onde escolhem uma provável categoria do futuro para cada aluno. Exemplo: Most likely to be rich (muito provável que será rico). Por isso o título o título Most Likely to Die (Muito Provável Que Morrerá).


Na história, um grupo de amigos da época da escola se encontram dez anos depois da formatura para uma reunião. Sabe aquela reunião que há anos falamos com o pessoal da escola que devemos fazer e nunca fazemos? Pois é, eles conseguiram! 


E um deles resolve dar um pré-festa antes do esperado reencontro, só que tudo vira um pesadelo quando elas passam a ser perseguidos e mortos por um serial killer vestindo uma beca de formatura.


O local do reencontro é um lugar isolado, uma casa no campo e a temos uma final girl, Gaby (Heather Morris do Glee). Ela é uma jovem que na época da escola tinha potencial com baralho e enfrenta o assassino diversas vezes. 


O legal aqui também é que assassino não é tipo o Jason que vive voltando à vida, é um humano normal. Apesar de todos os clichês dos filmes de gênero, é um filme legalzinho. E o desfecho abre a possibilidade de uma sequência. Muito provável que não aconteça.


E você já assistiu? Conta para a gente nos comentários o que achou!

05 julho, 2018

[Filme] Hush - A Morte Ouve
julho 05, 2018 18 Comentários
Fala galera! Hoje vamos falar sobre um filme massa escondido no catálogo da Netflix: Hush – A Morte Ouve. O curioso é que o enredo principal para o longa nasceu em uma conversa durante o jantar entre o diretor Mike Flanagan e sua esposa, a atriz Kate Siegel (que protagoniza o filme). Eles conversavam sobre como seria um filme onde um psicopata tenta invadir a casa de uma mulher que mora só e em uma área isolada e a mulher em questão fosse surda e muda!


Os dois escreveram o roteiro juntos e em 2016 Hush (Silêncio) foi lançado, recebendo elogios de ninguém mais do que Stephen King. O filme foi gravado em 18 dias e é quase sem falas. Conhecemos então Maddie (Kate Siegel), uma escritora quee mora sozinha numa casa afastada da cidade. A única pessoa nos arredores é sua amiga e vizinha, Sarah (Samantha Sloyan). Maddie é surda-muda desde a adolescência devido uma meningite. E assim somos apresentados ao cotidiano de uma pessoa com deficiência.


Durante a noite, um assassino mascarado (John Gallagher Jr.) aparece armado nos arredores da casa de Maddie, começa a intimidá-la e deixa claro que quer matá-la. Ele corta todas as possibilidades de contato dela com o mundo exterior, roubando os fios de telefone, cortando a energia, roubando seu celular e furando os pneus do se carro. Enquanto tenta impedir o estranho de entrar na casa, Maddie ainda precisa dar um jeito de tentar fugir.


A partir daí a história nos envolve de tal maneira que ficamos ávidos por saber o desfecho disso tudo. Maddie é uma das melhores final girls dos últimos tempos e muito carismática. O assassino mascarado logo revela sua identidade e faz outros mortos. E muitas vezes ficamos com a mesma falta de percepção da protagonista, sem ouvir o que está acontecendo e isso só aumenta mais o suspense e tensão! 


A batalha final da mocinha com o vilão é simplesmente I-N-C-R-Í-V-E-L. Um confronto épico e agonizante, levando ambos ao limite. Vocês precisam assistir esse filme! Já assistiu? Então conta para a gente o que achou nos comentários!


Por: Rodrigo Fonseca
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23 junho, 2018

[Série] Wolf Creek
junho 23, 20180 Comentários
Fala galera! Estou de volta e hoje vou falar sobre Wolf Creek (a série e não o filme road-movie que foi lançado em 2005 e sucesso de público e crítica). A série mantém o psicopata Mick Taylor (John Jarrat) que mata viajantes que passam no deserto australiano em especial aqueles que chegam até a cratera Wolf Creek, lugar que atrai muitos turistas. A série tem o argumento de Greg McLean, responsável pela direção e roteiro do filme também.


Baseada em fatos reais, a história rendeu dois filmes e duas temporadas de uma série de TV. A primeira temporada teve 6 episódios e estreou em 2016. Acompanhamos a história de uma família que acampa nessa região tentando reabilitar a filha de 19 anos que é viciada em remédios. Ao tomar banho em um riacho, o filho mais novo acaba sendo atacado por um crocodilo, mas um caçador aparece, mata o animal e salva o menino. Sim, o caçador era o psicopata Mick Taylor!


Depois de ser convidado para tomar algumas bebidas em volta da fogueira como agradecimento, ele mata toda a família com requintes de crueldade. Esfaqueia a perna do pai e logo depois rasga sua garganta com um facão, depois mata a mãe e o filho com seu rifle. Ao invadir o trailer para acabar com a filha mais velha, a garota consegue fugir até o rio, mas é baleada nas costas. Como não encontra o corpo, Mick acredita que a jovem tenha sido comida por algum crocodilo. Depois de queimar o trailer e desaparecer com os corpos, ele desaparece. Só que a garota sobreviveu. Foi encontrada pelos pescadores e levada ao hospital. 


Eve (Lucy Fry) é a nossa mocinha vingativa em busca de justiça. Os policiais da região não acreditam em sua história. Eles acham que o pai matou a família e depois se suicidou. Como sabe que a investigação será engavetada, Eve rouba os arquivos do detetive Sullivan (Dustin Clare) e parte em sua jornada em busca do assassino de sua família. Claro que esse embate só acontecerá no último episódio.


E até lá temos vários acontecimentos que preenchem a narrativa como: o casamento em crise do detetive Sullivan que piora ainda mais com a chegada de Eve e seu envolvimento com ela, um motoqueiro que também se apaixona por Eve, um presidiário que consegue fugir... E vários outros personagens e situações a nossa protagonista passa, sempre a ajudando em seu amadurecimento. Eve é impulsiva e cheia de falhas e isso é bom para uma mocinha. As mortes acontecem durante os episódios e são criativas. A série ainda mostra a infância de nosso psicopata para que possamos entender a origem de sua maldade. 


Vale a pena assistir! O final é muito bom! Quem gosta de slasher movies vai gostar da série. E você já viu os filmes ou a série? Conta aí para a gente nos comentários!



Por: Rodrigo Fonseca
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24 maio, 2018

[Série] Dead Of Summer
maio 24, 20180 Comentários
Fala galera! Voltei e hoje vou falar sobre uma série que prometia muito, mas infelizmente ficou só na promessa mesmo, afinal depois de 1 temporada, a FreeForm resolveu cancelar Dead of Summer, devido a baixa audiência. Escrita pelos criadores de Once Upon A Time e dirigida por pessoas que trabalharam em Sexta-Feira 13 e Halloween, a série não conseguiu manter o público deixado pela antecessora Pretty Little Liars. Mas apesar disso, confere aí porque você merece dar uma chance para a história!


A proposta da série era meio que fazer um slasher dos anos 80 num acampamento de verão, misturando elementos sobrenaturais para ficar mais atual e pop. Então se você espera ver um assassino à solta matando campistas enquanto eles fazem uma fogueira, pode tirar o seu cavalinho da chuva! Tudo começa quando em 1989, Deb resolve reabrir o Acampamento Stillwater após anos. Ele contrata vários jovens para trabalharem como monitores, todos ex-campistas, exceto pela novata Amy que aceita o trabalho para tentar superar uma tragédia pessoal.  Um dia antes das crianças chegarem ao local, um corpo é encontrado no lago. E a partir daí começam a surgir vários acontecimentos estranhos e paranormais.


O episódio piloto foca em Amy e em sua dificuldade para fazer amigos por durante toda a sua vida não sentir-se parte de um grupo. O segundo episódio é focado em Alex, que é filho de imigrantes russos e tenta fugir da discriminação nos EUA. Já no terceiro episódio o foco é para Cricket e sua relação com o próprio corpo em busca de aceitação. E assim vamos aprendendo mais sobre esses jovens a cada semana. Muito antes da transexualidade ser mais debatida, a série abordou o assunto com a jovem transexual Drew. Temas como suicídio, tortura psicológica e culto satânico (prepara-se para tábuas ouijas, exorcismos e etc) também são discutidos durante os episódios.


Vamos descobrindo ao longo dos episódios mais sobre o passado de cada um dos monitores em seus acampamentos, conhecemos mais sobre seus segredos e sua vida atual. E ainda percebemos que o mal do lugar é mais espiritual e não um psicopata. Isso pode quebrar um pouco as expectativas, mas a série consegue nos prender pelo caminho que a história é conduzida.


Uma outra coisa legal da série é que ela mata seus protagonistas sem dó nem piedade no decorrer da trama, algo bem diferente de outras produções teen do gênero. Claro que a maquiagem e efeitos especiais (que viram defeitos especiais) não são lá aquelas coisas, até sendo um pouco toscos, mas nada que não possa ser relevado.


Não quero dar spoilers, mas a season finale entrega uma outra ‘final girl’ e é recheada de bons momentos de perseguição. As surpresas nos episódios finais nos fazem esquecer os problemas da série e torcer muito pelos últimos sobreviventes! Uma coisa é certa: os últimos episódios promovem um master-blaster plot twist e tem tantas reviravoltas que compensam e salvam a série toda! Assistam!


Se você já viu a série comente aí o que achou! Até a próxima!


Por: Rodrigo Fonseca
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22 maio, 2018

[Filme] A Morte Te Dá Parabéns
maio 22, 2018 3 Comentários
Fala galera! Hoje é minha primeira matéria para o Cantinho Geek e resolvi falar sobre um filme que foi uma grata surpresa do ano passado. Como um grande fã das franquias "Pânico" e "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado", sentia falta dos filmes sobre killers mascarados. No melhor estilo slasher, A Morte te dá Parabéns (Happy Death Day) se tornou um fenômeno nas bilheterias e arrecadou US$ 115 milhões mundialmente e com um orçamento de apenas US$ 5 milhões. E claro que uma sequência está nos planos da Blumhouse. O motivo do sucesso? Confere aí!

12 março, 2018

[Entrevista] Escritora Claudia Lemes - Parte 1
março 12, 2018 10 Comentários
Olá pessoal!

Me chamo Ge Benjamim e sou a nova colunista do blog. 

Antes de iniciarmos nossa postagem, vou me apresentar melhor.

Tenho 19 anos, sou designer e trabalho com serviços editoriais. Além de blogueira, sou escritora e tenho uma paixão especial no mercado literário.

Espero que possamos ser melhores amigos, pois agora, vocês me verão muito por aqui. 😃

Sei que muitos aqui já conhecem a Claudia Lemes, autora das obras Eu Vejo Kate e Um Martíni com o Diabo, contudo, hoje, vamos nos aprofundar um pouco mais na sua obra do Martíni, carreira e gostos.



Escritora brasileira. Cláudia começou a escrever aos 13 anos de idade. Seus primeiros leitores foram suas amigas. Desde então vem amadurecendo sua mão literária e produzindo cada vez mais, sempre movida pela paixão de dar vida às pessoas que vivem em sua mente.

Cresceu no Rio de Janeiro, na Califórnia e no Cairo. Teve a oportunidade de conhecer dezenas de países em quatro continentes e foi essa vida cheia de aventuras, a responsável por seu fascínio pela história, mente e comportamento humano. Em 2005 assinou seu primeiro contrato com a editora Empíreo e desde então vem aprimorando cada vez mais sua escrita e conquistando o grande público.


Primeiramente preciso agradecer a Clau por disponibilizar um pedacinho no seu dia extremamente atribulado para responder as nossas perguntas. Muitíssimo obrigada! <3

Segue a nossa entrevista...

Primeiramente, fale um pouco sobre ti.

R: Sou autora de mais de 9 livros, mas só publiquei dois até agora de maneira tradicional. Tenho 37 anos, sou professora, tradutora, intérprete e escritora. Sou casada com minha alma gêmea e mãe de três filhos: dois meninos e uma menina. Apaixonada por literatura de todos os gêneros e gatos, dediquei mais de uma década da minha vida ao estudo informal de serial killers, e transformo esse conhecimento em diversão comandando o canal Serial Chicks com a psicanalista e grande amiga Paula Febbe. 

Com quantos anos você entrou no mundo literário?

R: Comecei a ler diariamente aos 7 anos e embora tenha menos tempo hoje, nunca parei de ler. Minha maior incentivadora foi minha mãe, e crescer numa casa cheia de livros e ver pessoas lendo no cotidiano, por prazer, foi o que me deu a percepção de que ler era como dormir, comer, e tomar banho. 

Como foi a sua experiência do início até agora? Alguma coisa mudou de lá pra cá?

R: Eu acho que até meus 25 anos eu lia só o que gostava. As redes sociais e ser um pouco mais reconhecida como autora mudaram um pouco isso. Acho que acabo lendo algumas coisas por obrigação. Isso não é necessariamente um problema, mas no meu caso, que tenho pouquíssimo tempo, atrapalha um pouco. 

Falando em Um Martini com o Diabo, o que te fez tirar Charlie da trilogia Woodsons e lhe dar um livro próprio?

R: A trilogia Woodsons é meu xodó. Foi o primeiro livro que abri para o público. Mas mudei radicalmente minha linha de escrita, e acho difícil publicar os Woodsons hoje, sendo que me estabeleci como escritora de thrillers policiais, suspense e terror. Os Woodsons acompanha quatro gerações de uma família. É um drama com erotismo forte, e bastante violência. No meio dessa saga, tínhamos a história de Charlie Walsh. Vi uma oportunidade e dei a ele um livro só dele, e acho que foi a melhor decisão que tomei.

Por que dar um salto tão grande de serial killer para a máfia?

R: Na verdade, acho que fiz o oposto, já que Um Martini foi escrito originalmente em 1998. Eu gosto de falar de pessoas imersas em mundos violentos, e acho que elas encontram esse destino de formas diversas. Pretendo, enquanto estiver escrevendo, abordar várias trajetórias do tipo. 

Quais são seus planos para o futuro? Podemos esperar algo especial?

R: Um thriller novo será lançado em breve, mas infelizmente não posso dar nenhum detalhe da obra. Só posso adiantar que é um thriller policial cheio de suspense e reviravoltas, com uma protagonista brasileira incrível e doses de assassinatos ritualísticos com uma pitada de horror cósmico (bem leve). Um conto meu está sendo adaptado para as telas, mas também não tenho permissão de divulgar esse projeto ainda, e antes do ano terminar eu publico meu livro de não –ficção sobre como escrever thrillers. 

Para finalizar, deixo a você um espaço livre. Diga-nos o que quiser!

R:  LEIAM obras nacionais <3 e divulguem os autores que gostam. Isso faz uma diferença enorme na nossa vida. 

Essa é apenas a primeira parte da nossa entrevista e já é um arraso, não? Fiquem de olho que em breve tem resenhas e a parte 2 da nossa entrevista falando sobre Eu Vejo Kate, Serial Killers e muito mais.

Conheça a obra:



O jovem Charlie Walsh está em Las Vegas, não para tentar a sorte, e sim para matar seu pai, o chefe da máfia italiana, Tony Conicci.O plano era infiltrar-se no restrito grupo de confiança da família Conicci e se aproximar do chefão. Mas Las Vegas corrompe. E o desejo de vingança de Charlie é posto em prova quando ele se vê seduzido por amizades, poder, drogas e dinheiro que a máfia oferece.Com o FBI em sua cola, e secretamente apaixonado pela enigmática esposa do pai, ele precisará decidir onde apostar sua lealdade.Depois do sucesso Eu vejo Kate – O despertar de um serial killer, Cláudia Lemes convida seus leitores a mergulharem em um romance policial noir, recheado com uma boa e tradicional história sobre a máfia italiana.Inspirada pelo clássico O Poderoso Chefão (Mario Puzo) e pelos mestres do gênero noir, Dashiell Hammett, Elmore Leonard e James Ellroy, a autora constrói um drama movido pela vingança e pelo ódio de um filho pelo pai.Um martíni com o diabo é uma história inquietante, com diálogos densos e personagens complexos que estão prontos para conquistar o mais exigente dos leitores.

Você pode adquirir a obra por apenas R$10 na promoção da Editora Empíreo. "AQUI"